Com É de Casa, Globo mostra que ainda tem muito a ensinar para concorrentes

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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Com pouco mais de um ano e meio no ar, o É de Casa é um exemplo para os executivos das emissoras concorrentes da Globo.

É fácil concluir isso porque, caso fosse exibido por outra TV, o programa não estaria mais no ar. O motivo? No início, registrava baixa audiência e perdia para Record e SBT.

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Mas a Globo não alterou o horário do semanal e muito menos promoveu grandes mudanças em sua estrutura, marcada especialmente por dicas pra lá de manjadas, mas que atualmente são febre na internet em canais de vídeos. Como consequência, hoje a revista eletrônica ostenta a liderança.

E não é preciso ir muito longe para comprovar que a afirmação acima faz sentido: somente neste ano, Silvio Santos intensificou a correria nos bastidores do SBT com tantas modificações nas grades matutina e vespertina, envolvendo especialmente o jornalismo e o Fofocalizando. Isso, sem contar as loucuras praticadas no ano passado.

Ou seja, a Globo comprova mais uma vez que é preciso ter estratégia e pensar a longo prazo. A “poderosa” não coloca uma produção no ar sem estudos – Silvio adora lançar atrações do dia para a noite – e também não desiste da mesma logo de cara.

Sim, existem exceções, como a série Norma e o Sociedade Anônima, mas, no geral, os profissionais da rede da família Marinho dão um baile dos contratados do SBT, Record e cia.

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*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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