Com adiamento da novela de Lícia Manzo, Globo mostra que não está disposta a arriscar

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A grande notícia do setor de Teledramaturgia da Globo nesta quinta (3) foi o adiamento da novela de Lícia Manzo, Jogo da Memória, que iria ao ar no horário das 23h, em 2017.

Segundo o jornal O Globo, a trama deixará de ser novela e passará a ser minissérie, com exibição prevista apenas para 2018. Em seu lugar, entrará Em nome do amor, uma história de época das estreantes Ângela Chaves e Alessandra Poggi.

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Visto que a produção de Lícia era vista com ares de inovadora, já que se passaria em três fases simultâneas (a exemplo do clássico filme As Horas), entende-se que a Globo não está disposta a arriscar e mostrar tramas diferenciadas.

A audiência é algo que conta muito na TV (o que mais conta, na verdade), logo, por mais que as pessoas reclamem, a maioria ainda está acostumada com histórias clichês e com ingredientes clássicos de uma novela.

É só avaliar casos recentes que aconteceram na própria Globo. A troca das autoras Duca Rachid e Thelma Guedes por Walcyr Carrasco no horário nobre, por exemplo, em que se preferiu dar espaço a um autor que sempre faz histórias de sucesso (sem muitas mudanças na fórmula) do que às estreantes que desenvolviam um thriller policial, algo bem diferente comparado às tramas atuais.

Sem querer ousar, a emissora permanece na mesma e mostra o que a audiência quer ver. No final, de quem é a culpa? Da Globo ou do público? Vale a reflexão…

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