Betty, a Feia em Nova York representa chance para o SBT ir além da Televisa como parceira

Publicado há 9 meses
Por Fábio Costa
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Desde 27 de janeiro, o SBT exibe no início da noite – embora a faixa tenha o nome de Novelas da TardeBetty, a Feia em Nova York, protagonizada por Elyfer Torres. Seu papel é o de Beatriz, ou Betty, que consagrou a colombiana Ana Maria Orozco pelo mundo 20 anos atrás. Trata-se de uma versão (mais uma, aliás) de Betty, la Fea, criação de Fernando Gaitán. Embora não se apresente como uma moça bonita, Betty tem currículo e inteligência invejáveis, e se mostra fundamental para o bom andamento da empresa de modas V&M. A produção é da Telemundo, emissora norte-americana com foco no público hispânico. Não é a primeira vez que uma novela da Telemundo figura em nossas telas, e o próprio SBT já exibiu uma delas: Marielena, com Lucía Méndez e Eduardo Yáñez, no começo dos anos 1990. No entanto, como sabemos ser a mexicana Televisa a grande parceira de Silvio Santos no quesito novelas estrangeiras, não deixa de ser curiosa a inserção de um produto da Telemundo na grade do SBT. Com efeito, isso representa novas possibilidades para a emissora e para o público interessado no filão, que pode ter acesso a projetos diferenciados, irmanados apenas pelo idioma e pelo formato. Passados quase 40 anos da pioneira Os Ricos Também Choram, primeira novela estrangeira exibida por aqui, não seria mau o SBT “descobrir” a Telemundo e outras produtoras de língua espanhola, como Telefe (Argentina), TVN e Mega (Chile), só para ilustrar.

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