2017: O ano que a Record com certeza quer esquecer

Publicado há 3 anos
Por Endrigo Annyston
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2017 ainda está longe do fim, mas já ultrapassamos a metade do ano e, diante do que se observou até aqui, dificilmente a Record vai “dar a volta por cima”.

Exemplo claro disso é a própria emissora passando recibo de sua fase difícil, quando, ao invés de enviar um balanço de julho, optou por um levantamento dizendo que na média de 2017 ainda é vice-líder.

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Mas e na atualidade? O equívoco chamado Simba prejudicou e muito o canal de Edir Macedo, que viu O Rico e Lázaro passar vergonha ao ser superado pela quarta reprise de A Escrava Isaura (contando uma no Fox Life) e pela infantil Carinha de Anjo, do SBT.

A emissora também começou a apanhar do SBT na faixa matinal, na qual mantinha-se estável, e o Hoje em Dia, que andava liderando no confronto com o Bem Estar, agora se contenta em ficar atrás do Bom Dia & Cia. E o Balanço Geral, que ameaçava o Vídeo Show? Isso ficou no passado.

Pra piorar a situação, a Record resolveu reprisar Os Dez Mandamentos com Novo Mundo e O Que a Vida me Roubou em alta na concorrência, e ainda diminuiu o Cidade Alerta. A consequência é que a grade noturna desceu ladeira abaixo, e o reality A Casa fracassou.

Também estáveis até o início do ano, Legendários e Programa da Sabrina perderam fatias consideráveis de público.

Para um canal que já esteve “a caminho da liderança”, 2017 certamente é um ano para ser esquecido. E com a dificuldade em voltar à TV paga, não dá pra prever, a curto prazo, um cenário positivo.

Pior audiência entre as novelas bíblicas da Record, O Rico e Lázaro consolida segundo lugar isolado em todo o país e praças

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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