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Lançamento

Em livro biográfico, Chiquinha do Chaves relembra infância na vida real

María Antonieta de las Nieves fala sobre o lançamento do seu novo livro “Era uma vez uma Menina na Vizinhança”

Publicado em 24/03/2022
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María Antonieta de Las Nieves, de 72 anos, popularmente conhecida como a intérprete da Chiquinha, personagem do seriado Chaves (1871-1980) lançou na última semana (19/03) o seu mais novo livro intitulado “Era uma vez uma Menina na Vizinhança” em português para os fãs brasileiros.

Nesse livro ela retrata vários acontecimentos da sua vida como a família, seu casamento, os momentos difíceis, o relacionamento com a mídia, a popularidade inesperada, as turnês internacionais e o espetáculo circense.

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Na entrevista a seguir a intérprete da Chiquinha abriu o coração e declarou: “Quando saí do programa do Chespirito, éramos como uma grande família. Quando voltei, éramos uns completos estranhos. Desde então, nunca deixei de pensar que Roberto era uma pessoa maravilhosa e nunca deixei de amá-lo”. Confira a entrevista!

Livro “Era uma vez uma Menina na Vizinhança” (Divulgação)

RODRIGO CERIBELLI – O que você pode nos contar sobre o livro Era uma vez uma Menina na Vizinhança?

MARIA ANTONIETA DE LAS NIEVES – Estou fascinada e agradecida a Deus, porque vocês já podem ter o meu livro em português. Eu quero que esse livro chegue a todas as casas do Brasil.

Vocês vão conhecer mais um pouquinho de todos os meus companheiros do Programa do Chaves que me acompanharam por toda a minha vida, são 50 anos sendo a Chiquinha.

Recebi um prêmio do “Guinness World Records” por ser a única atriz do mundo que teve uma caracterização de um personagem durante 50 anos. Para mim é uma realização, que vejam tudo isso e que aproveitem assim como eu.

RC – Por que você escolheu o título Era Uma Vez Uma Menina na Vizinhança?

MA – Porque é a verdade… Quando digo “Era uma vez uma menina na vizinhança” todos pensam que estou falando da Chiquinha, mas na verdade estou falando de María Antonieta, porque eu também vivi numa vizinhança quando eu era criança. Eu lembro quando eu tinha 8 anos, nos mudamos para outro lugar para ficar mais próximo do cinema, porque naquela época eu fazia cinema.

E quando eu morei na vizinhança eu aproveitei muito assim como a Chiquinha, por isso esse é o título do livro.

Nos primeiros capítulos do livro você relata a dificuldade de conseguir um papel no teatro e na dublagem, você imaginava que seria uma estrela internacional?

Não, eu me imaginava fazendo cinema e nunca pensei em ser uma artista internacional isso aconteceu graças a Deus, a Chespirito (Roberto Goméz Bolaños) e a Televisa, tenho que agradecer eternamente.

No capítulo 12, você nos conta da sua saída do programa Chespirito. Por que você decidiu ir para o canal 13?

Isso foi uma das coisas que mais me doeu naquela época. Eu estava recém-casada e estávamos construindo uma casa e o dinheiro não dava para pagar os gastos. Me chamaram do canal 13 para oferecer um programa diário para ganhar 4 vezes mais , falei com Chespirito e ele me apoiou.

Fiquei mais de um ano trabalhando em outra empresa, por coincidência encontrei com Chespirito novamente, e ele me convidou para voltar, foi maravilhoso!

Por que o Brasil foi o único país que a turnê do Chaves nunca chegou e por que Chiquinha só conseguiu vir para cá pela primeira vez em 2010?

Porque tivemos problema com o idioma e com a segurança. Nós já tínhamos um contrato na época e ficamos tristes de não conseguir ir fazer uma turnê no Brasil.

Eu consegui ir somente anos depois e fazer as minhas apresentações para os meus fãs brasileiros e espero voltar esse ano!

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