Paulo Vieira “incendeia” casais e se emociona ao receber Fábio Porchat em estreia no GNT

Comediante estimulará "DRs" entre participantes de novo reality gastronômico

Publicado em 18/10/2021 17:36
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Paulo Vieira definiu seu programa no GNT melhor do que o próprio canal pago e do que a produtora, Endemol Shine: “Um Mestre do Sabor no cenário do Vai Que Cola”. Este é o Rolling Kitchen Brasil, competição gastronômica entre casais famosos em um palco giratório. Em sua estreia fora do humor, o comediante não deixou de fazer graça e até serviu algumas “tortas de climão” aos participantes do reality, que estreia na próxima quinta-feira (21).

“Venho de uma linhagem onde a gente se interessa pela vida alheia. Quando eu via que o cara estava meio nervoso, ia lá e falava: ‘Está meio nervoso com ela? Por quê? Queria saber…’. E ele: ‘Não, porque ela sempre faz isso!’. Eu ia até ela e falava assim: ‘Ele falou que você sempre faz isso’. e ela: ‘Ele?’, e criava um mini Casos de Família, que eu amo, acho até que foi para isso que nasci e vim ao mundo, para substituir Christina Rocha um dia. Criava ali um clima, mas não pela fofoca. Sou uma pessoa muito interessada em ajudar esses casais a resolverem esses obstáculos e serem pessoas melhores. Parece fofoca, mas é tudo terapia”, brincou Paulo Vieira em resposta à coluna durante entrevista coletiva sobre o programa, nesta segunda.

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Embora tenha tentado colocar “fogo no parquinho”, não houve arranca-rabos de casal além daqueles desentendimentos típicos durante o preparo das receitas. Os casais devem preparar duas receitas complementares e de um mesmo tema. No entanto, cada um deles está em uma cozinha separada. A cada quinze minutos, o palco gira 180 graus e um assume a bancada do outro, fazendo o prato de comida do ponto em que seu par parou.

“Climão a gente teve pouco, a maioria dos casais se resolveu até o fim do programa. Na hora que a coisa esquenta, que tem que fazer a comida, quase todos brigaram, mas no final ficava tudo bem. O casal que me surpreendeu foi o Ferrugem e a mulher [Thaís Vasconcellos]. Tudo bem que o Ferrugem deixou tudo nas costas dela, né?”, provocou o apresentador.

Emoção com Fábio Porchat e representatividade

Fábio Porchat será o convidado de estreia do Rolling Kitchen, o que para Paulo Vieira tem um significado especial. Parceiros na TV desde 2016, no Programa do Porchat (Record), os dois comediantes se tornaram amigos íntimos e incentivadores um do outro. O novo apresentador do GNT admite ter se emocionado ao receber o colega, titular do Papo de Segunda e do Que História É Essa, Porchat?, do mesmo canal.

“O Programa do Porchat não era necessariamente de humor, mas era engraçado porque éramos comediantes. Para mim, foi uma escola. Aprendi ali que não importa o formato. Mesmo se você não estiver em um programa de humor, sendo comediante você vai fazer aquilo com a sua maneira de ver a vida, uma maneira engraçada. [Receber Porchat], de alguma maneira, é um ciclo sendo fechado. Eu me lembro de quando acabou, eu chorando, não querendo que acabasse, e o primeiro episódio de Rolling Kitchen Brasil, que sou eu recebendo ele em um programa meu. Não tem como não ser emocionante, principalmente porque o Fábio está muito ligado à minha vida, é um cara que amo muito, torcemos muito um pelo outro, nos apoiamos em tudo”, contou Vieira.

Porchat e a mulher, Nataly Mega, enfrentarão Tiago Abravanel e Fernando Poli no primeiro programa, que terá outros participantes LGBTQIA+, como o casal de jornalistas Pedro Figueiredo e Erick Rianelli, e negros, como o cantor Xande de Pilares e o apresentador Thiago Oliveira, ambos com suas respectivas companheiras. No júri, a ex-MasterChef Heaven Delhaye avaliará os pratos com Moacir Santana, negro, finalista dos realities Que Seja Doce (GNT) e Mestre do Sabor (Globo).

A representatividade influenciou Paulo Vieira, ativista da causa racial, a aceitar o convite para o Rolling Kitchen Brasil: “Quando soube que ia ter Moacir e soube o elenco que estavam pensando, foi mais um motivo para eu fazer esse programa. Não faz nenhum sentido eu fazer uma coisa que esteja desalinhada com tudo o que eu falo e tudo que eu penso com meu discurso enquanto artista. Com certeza foi um ponto forte para eu dizer sim”, afirmou.

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