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Ex-jurado do Ídolos se une a roqueiros para criar abertura moderna de Poliana Moça; saiba mais

Thomas Roth assume direção musical após morte de Arnaldo Saccomani e compõe trilha com Léo Ramos, da banda Supercombo

Publicado em 21/03/2022
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“Eu saio do SBT, mas o SBT não sai de mim”, brinca Thomas Roth à coluna sobre sua relação com a rede de Silvio Santos. Desde o júri do Ídolos, em 2006, emenda realities e participações em programas de Eliana e Ratinho, entre outros apresentadores. Seu novo projeto na emissora é a direção musical de Poliana Moça, incluindo a abertura moderna, envolvente e inteligente que conquistou o público na estreia da novela, nesta segunda-feira (21).

É de Thomas Roth a composição do tema, ao lado do roqueiro Léo Ramos, da banda Supercombo, uma das mais influentes do rock brasileiro atual e ex-participante do programa Superstar, da Globo, em 2015. Léo também canta a abertura ao lado da mulher, Isa Salles, ex-candidata do The Voice Brasil, em 2018. Ambos conduzem outro projeto musical, o duo Scatolove.

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À coluna, Thomas Roth conta como produziu o tema de Poliana Moça e chamou Léo Ramos para esta parceria: “Criei a abertura em um determinado formato, mas passei-a para ser produzida pelo Láo Ramos, que é lider do Supercombo e do Scatolove, é um cara super contemporâneo, super moderno, me dá o prazer e a honra de trabalhar comigo, faz parte da equipe e é um cara espetacular, que tem uma linguagem moderna, jovem. Ele pegou a música que criei e virou de ponta-cabeça, e fez essa abertura maravilhosa!”.

O tema de Pinóquio (João Pedro Delfino) também tem autoria dupla de Léo Ramos e Thomas Roth, que assumiu a direção musical da dramaturgia do SBT após a morte de Arnaldo Saccomani, em agosto de 2020. Para o produtor de 70 anos e cinco décadas de profissão, suceder o ex-colega de Ídolos e outros programas é uma forma de homenageá-lo, mas traz muita responsabilidade.

“Ele foi meu amigo, parceiro de trabalho e de música, mas o trabalho do Arnaldo sempre foi dele. Seria até presunção minha querer comparar ou colocar meu trabalho ao lado do dele, que tem uma história impressionante, incrível, deixou um legado gigantesco. Aprendi muito, inclusive com o próprio Arnaldo. Mas faço música há muitos anos, já fiz trilha para longa-metragem, série, animação, trabalho com publicidade há 48 anos. Trabalho em cima de roteiros, briefings. Tive muitos mestres, além do Arnaldo, que foram muito importantes nessa construção”, conta Roth.

Curiosamente, em sua extensa trajetória musical não havia uma novela. Poliana Moça marca a estreia de Thomas Roth neste formato, e o produtor já tem enfrentado perrengues para se adaptar à rotina frenética de gravações.

“Uma coisa é ler o roteiro. Outra é ver a coisa materializada. Quando você fala: ‘Cara, isso aqui não ficou legal, eu imaginava uma coisa e de repente foi outra’. É uma cocriação, são muitas cabeças. O diretor pega o roteiro e dá a sua leitura. Quando recebo, aquilo tem outra cara completamente diferente, com ritmo diferente. Não cabe aquilo que fiz. Criei diversos temas tentando antecipar [as cenas] e tivemos que refazer coisas. É um trabalho desafiador e muito legal”, conta o responsável pelas músicas da nova trama infantojuvenil do SBT.

Logo em sua primeira experiência em novelas, Roth imprime sua marca como Saccomani deixou a dele em sucessos como Carrossel, Chiquititas, Cúmplices de um Resgate, Carinha de Anjo e As Aventuras de Poliana. Na sequência inédita, o novo chefão musical chamou profissionais de ritmos diferentes para tornar a trilha sonora o mais plural possível.

“É uma experiência nova, única, incrível, um super desafio. Estou trabalhando com uma equipe gigante: são dez produtores, dezenas de cantores, músicos, arranjadores, técnicos, finalizadores. Não é um trabalho exclusivamente meu, mas faço a parte, vamos dizer, de concepção, de criação, da forma como eu quero que tenha diversidade musicalmente, de ter uma coisa rica, em que a gente possa apresentar às crianças temas que vão de anos 30 a músicas contemporâneas. Procuramos fazer uma coisa multicolorida. Há músicas foram propostas pelos próprios atores! Há uma música que o João (Igor Jansen) fez, outra que o Eric (Lucas Burgatti) fez. Esse trabalho está bem interessante, uma coisa desafiadora. Está insano, hercúleo, um esforço gigantesco”, explica.

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