Batoré conhece o diabo e é salvo por “Deus” Silvio Santos em quadro da Praça no “céu”; relembre

Humorista, que morreu na última segunda-feira (21), encenou a própria morte em programa do SBT

Publicado em 11/01/2022 15:40
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A comédia nos permite rir até da morte. Batoré, que morreu na última segunda-feira (10), encenou sua própria ida ao “céu” em A Praça É Nossa. Em sua conversa com Carlos Alberto de Nóbrega, afirmou ter conhecido o diabo, que lhe ofereceu um emprego de garoto-propaganda do inferno por causa de sua feiura. No fim, com a ajuda do veterano, conseguiu acessar o plano superior autorizado por um Deus com a voz de Silvio Santos.

Na virada para o ano 2000, a Praça resolveu brincar com as profecias apocalípticas e exibiu uma versão do “fim do mundo”, em que todo o elenco morre e vai para o céu, com figurantes “angelicais” e Carlos Alberto vestido de branco, sempre sentado em seu “velho e querido banco”. De repente, Batoré aparece sujo e explica onde estava.

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“Rapaz, fui parar no purgatório, mas quando eu cheguei lá o cabra olhou para eu e falou: ‘Irmão, é o seguinte: aqui ficam as almas que estão em purificação, não quem está em estado de ‘putreficação’”, brincou. Em seguida, descreveu seu encontro com o diabo.

“Um cabra veio com uma capa vermelha, um par de chifres bonito… sabe aqueles que você tinha lá na Terra? Um garfo desse tamanho! Se esse cabra for naquela churrascaria da Marginal Tietê, de R$ 6,90 por cabeça, esse cabra vai dar um prejuízo da peste!”, disse o humorista, que revelou ter sido chamado para trabalhar com o capeta.

“Ele disse: ‘Você quer trabalhar mais eu?’. Eu ia ser garoto-propaganda porque ele falou que o inferno era a minha cara!”, contou ele, que fez sucesso com o bordão “você pensa que é bonito ser feio?”.

Carlos Alberto não concordou com a ida de Batoré ao inferno e mexeu seus pauzinhos para deixar o colega no céu. Para isso, chamou Deus, que respondeu com a voz do dono do SBT. “Eu vou mandar abrir as portas do céu, oe!”. O humorista, porém, recusou entrar no plano celestial e se despediu.

Relembre este quadro icônico de A Praça É Nossa:

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