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Gordofobia

Matheus Pires, do No Limite 2022, chora ao falar sobre trauma de infância: “Diziam que eu tinha pouco amigo”

O diretor pedagógico abre o coração sobre a difícil relação que teve com o próprio corpo

Publicado em 11/05/2022
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Matheus Pires, do No Limite 2022, abriu o coração com os colegas da Tribo Sol. Desta vez falando a verdade, o diretor pedagógico revelou um trauma de infância e explicou para os companheiros as razões e complicações que teve por fazer alguns procedimentos estéticos para lidar com a situação.

O carioca emocionou os parceiros de equipe ao contar que sofreu gordofobia quando era criança e que a situação fez com que ele tivesse uma relação difícil com o próprio corpo: “Eu estava muito triste de sair, porque eu não tinha compartilhado algo com vocês. Eu tive uma infância muito gordofóbica. Fui uma criança muito gorda e meus pais eram muito gordofóbicos comigo. Eles diziam que eu tinha pouco amigo, porque eu era gordo. Eu estudava em um colégio só de homens, e obviamente, o motivo de eu ter pouco amigo não era eu ser gordo”.

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Superando os traumas e complicações estéticas

Em busca de superar os traumas, Pires disse que realizou diversos procedimentos estéticos quando começou a ganhar dinheiro, mas que também enfrentou complicações ao realizar o sonho de colocar prótese nos peitos.

“Comecei a ganhar dinheiro, comecei a fazer muito procedimento estético. E eu tinha o sonho de colocar prótese no peito. Coloquei as próteses, fiquei lindo, arrasei. Não botava blusa para mais nada. Depois de seis semanas, uma prótese acordou muito inchada e tive que tirar. Se eu já me achava feio antes, imagina agora com um peito?”, contou o participante.

Além de investir na estética, Matheus buscou ajuda na terapia e discurso sobre a importância de amarmos nossos corpos e não fazermos qualquer coisa em prol de atender as expectativas que a sociedade impõe sobre nós.

“Acho que a gente tem que amar nossos corpos, a vaidade é importante, mas a gente não pode se mutilar e se machucar para chegar num ideal que é muito mais dos outros do que nossos”, finalizou o diretor pedagógico.

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