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Polêmica

SBT nega que campanha contra a LGBTfobia foi obrigação judicial

A emissora nega que essa informação seja verdadeira

Publicado em 12/01/2022
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Em junho de 2021, Patrícia Abravanel criou uma grande polêmica após uma fala no Vem Pra Cá, programa matinal do SBT. Quando a apresentadora filha de Silvio Santos foi acusada de defender o direito de ser homofóbico.

“Acredito que nós, mais velhos, nós que fomos educados por pais mais conservadores, a gente está se abrindo, a gente está aprendendo, mas eu acho que é um direito também das pessoas respeitarem. Por que não concordarem em discordar? A gente pode ter opiniões diferentes e tudo bem”, disse ela na ocasião.

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A situação se tornou um assunto que repercutiu que uma maneira extremamente negativa, mas cerca de seis meses depois, uma campanha contra a LGBTfobia surgiu na programação do canal. “Há 15 anos, o Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo”, afirma Patrícia no vídeo. “E o que você, o que nós temos a ver com isso? LGBTfobia é crime. E a gente contribui com isso sempre que nos omitimos”, declararam outras pessoas na chamada.

Nomes como Luiz Alano, Chris Flores, Gabriel Cartolano, Eliana, Celso Portiolli e o ator Otávio Martins também aparecem no vídeo. O público ficou bastante surpreso, mas parece que a atitude não foi uma iniciativa da emissora.

De acordo com informações de Marina Ganzarolli, advogada especialista em Compliance Cultural, Direito da Mulher e da Diversidade, que atua com mulheres e LGBTs vítimas de violência há 13 anos, a campanha que está sendo veiculada pelo SBT faz parte de uma obrigação judicial, após um processo motivo contra Patrícia Abravanel e a emissora por LGBTIfobia.

“Com base na Lei 10.948/01, em processo movido contra Patrícia Abravanel e SBT por LGBTIfobia, em razão de falas da apresentadora durante o programa Vem pra cá, transmitido em 01/06/21, o SBT – com a obrigatória participação da Patrícia – ficou obrigado a reproduzir em sua programação, durante todo o mês de janeiro de 2022, campanha publicitária educativa contra a LGBTIfobia (com a Participação da Patrícia Abravanel, Eliana, Celso Portiolli, Chris Flores, dentre outros); reportagem jornalística no dia da visibilidade trans (29/01); além da realização de workshop sobre cultura inclusiva para todo o casting e Live interna”, escreveu Marina.

Confira o vídeo da campanha:

Confira a publicação de Marina Ganzarolli:

SBT nega que a informação seja verídica

“Não é verdade. Não existe condenação contra o SBT e nem à sua artista. A emissora irá solicitar a retificação das publicações. Vale ressaltar que o SBT possui um calendário anual de ações afirmativas em diversidade, inclusão e pertencimento, através da Universidade Corporativa e da plataforma SBT do Bem, com o apoio da  uma consultoria- diversidade criativa, referência no mercado. Além disso, sempre teve o seu Comitê  de Diversidade e Inclusão para tratar dessas temáticas, entre outras”, informou a assessoria de imprensa.

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