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Memória

Quando Pão-pão, Beijo-beijo foi exibida pela primeira vez? Relembre as novelas da época

Louco Amor, Guerra dos Sexos e Sabor de Mel são produções contemporâneas

Publicado em 20/06/2022
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Escrita por Walther Negrão, a novela Pão-pão, Beijo-beijo foi exibida originalmente pela TV Globo na faixa das 18h, de 28 de março a 8 de outubro de 1983. O Observatório da TV relembra com você que novelas estavam no ar nessa época, na mesma emissora e nas outras.

Bruna (Elizabeth Savala), Ciro (Cláudio Marzo) e Luiza (Maria Cláudia) em Pão-pão, Beijo-beijo

Cláudio Marzo, Elizabeth Savala e Maria Cláudia interpretam respectivamente o misterioso Ciro e as irmãs Bruna e Luiza, que disputam seu amor, na atração atual da faixa das 14h do Canal Viva. Em 1983, o mesmo trio protagonizava a novela em cartaz no Vale a Pena Ver de Novo.

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Era Plumas e Paetês (1980/81), de Cassiano Gabus Mendes, escrita com Silvio de Abreu. Edgar (Cláudio Marzo) se apaixonava por Marcela (Elizabeth Savala), amiga da modelo Amanda (Maria Cláudia). Esta era apaixonada por Renato (José Wilker), que havia engravidado Marcela em suas andanças por Minas Gerais.

A novela das 19h da TV Globo na época era, até 4 de junho de 1983, Final Feliz, que marcou a estreia de Ivani Ribeiro na casa. A história falava do amor em diversas condições e faixas etárias, e tinha como casais centrais Rodrigo (José Wilker) e Débora (Natália do Valle), sempre às turras, e Suzy (Lídia Brondi) e Paulo (Buza Ferraz), separados por um equívoco num exame.

Em 6 de junho estreou Guerra dos Sexos, de Silvio de Abreu, com as disputas entre homens e mulheres e a discussão do feminismo no cerne da trama central, que girava em torno da luta entre os primos Charlô (Fernanda Montenegro) e Otávio (Paulo Autran) pelo controle dos negócios da família.

O clima resvalava também em outro casal, formado por Felipe (Tarcísio Meira), filho adotivo de Charlô que já havia sido casado cinco vezes, e Roberta (Glória Menezes), parceira de Charlô nos negócios, que fica viúva no começo da história e se apaixona por Nando (Mário Gomes), motorista de Otávio. Junto a todos praticando suas maldades, a ardilosa Carolina (Lucélia Santos).

No horário das 20h, duas semanas depois de Pão-pão, Beijo-beijo (em 11 de abril) estreou Louco Amor, de Gilberto Braga. Fábio Jr. vivia o jornalista Luís Carlos, que se apaixonou pela rica Patrícia (Bruna Lombardi), sobrinha de Edgar (José Dumont), patrão de sua mãe, Isolda (Nicette Bruno), e teve em Renata (Tereza Rachel), madrasta da jovem, o maior obstáculo que poderia haver à sua felicidade.

No SBT, na época de Pão-pão, Beijo-beijo estava no ar a novela portorriquenha Cristina Bazan, produzida em 1978. A personagem-título era vivida por Johanna Rosaly, e tratava-se de uma jovem retraída e submissa à madrasta e à meia-irmã, Sandra (Gilda Haddock), vilãs do enredo. Rodolfo (José Luis Rodriguez, “El Puma”), o noivo de Âmbar, aos poucos se interessa e se apaixona por Cristina, que já o amava.

Também no ar pelo SBT, às 18h, a mexicana Desprezo, de Luis Reyes de Maza, baseada em original de Inés Rodena, foi a primeira versão que os brasileiros conheceram da história de Maria Mercedes – com o detalhe de que a protagonista, Rina (Ofelia Medina), aqui era também corcunda no início da novela.

O romance de Rina e Carlos Augusto (Enrique Álvarez Félix) é tumultuado pela ambição desmedida da mãe dele, Rafaela (Maria Rubio), que deseja tomar posse da herança à qual julga ter direito e que fora deixada por seu irmão, Leopoldo (Carlos Ancira), para Rina, que trabalhava vendendo flores na rua.

Outra novela estrangeira levada ao ar em 1983 pelo SBT enquanto a TV Globo exibia Pão-pão, Beijo-beijo foi Amor Cigano. Arnaldo André e Luisa Kuliok foram os protagonistas desse enredo de amor indissolúvel e troca de crianças para tumultuar ainda mais a vida do casal, Renzo e Adriana. Uma curiosidade é que Amor Cigano não era mexicana, e sim argentina.

Entre as produções brasileiras feitas a partir de originais estrangeiros, o SBT exibiu seis delas, enquanto Pão-pão, Beijo-beijo estava no ar, porque eram novelas bem curtas, que em geral permaneciam dois meses no ar.

De março a maio, foram ao ar A Ponte do Amor, de Tito Di Miglio (às 19h), e Acorrentada, de Henrique Lobo (às 20h50), ambas baseadas em originais de Marissa Garrido. Na primeira, o escritor Carlos (Fábio Cardoso) se via às voltas com Ângela e Mireya (Selma Egrei), que a história revela se são duas moças distintas ou apenas uma, com duas opostas personalidades.

Já na segunda, Laura (Denise Del Vecchio) é uma jovem muito rica, que depois de passar 10 anos num sanatório é alvo do ambicioso Maurício (Jonas Mello), com quem se casa. Muitas desilusões fazem com que ela volte a ser internada, e apenas com o Dr. Carlos (Hélio Souto) enfim Laura descobre o amor verdadeiro.

A dupla de novelas nacionais do SBT de maio a julho de 1983 foi composta por Pecado de Amor, de Henrique Lobo (às 19h), e A Justiça de Deus, de Crayton Sarzy e Amilton Monteiro (às 20h50), também baseadas em originais de Marissa Garrido.

A primeira história tinha como personagem principal Helga (Denise Del Vecchio), que participa de um falso casamento ao se envolver com pessoas sem caráter. Seu objetivo é dar uma vida melhor ao lado do filho César (Vinícius Militello), que perdera a visão após a morte do pai, César (Renato Master).

No segundo horário, Jorge (Fausto Rocha) é um médico rico, casado com Adriana (Thaís de Andrade), a mimada filha de Beatriz (Maria Luiza Castelli). A pobre viúva Alice (Ana Rosa) tem seu bebê no mesmo dia que Adriana, na mesma maternidade. Os dois meninos são trocados.

A dupla seguinte de novelas nacionais do SBT foi composta por Razão de Viver, de Waldir Wey, no ar às 19h de julho a setembro de 1983, e Anjo Maldito, exibida de agosto a novembro. Marissa Garrido era a autora do primeiro original, mas o segundo era de Luiza Xammar. Mauro Gianfrancesco adaptou a história.

Razão de Viver contava a história de Olívia (Kate Hansen), uma atriz às voltas com a filha doente, Ester (Tetê Pritzl), fruto de seu casamento com Bruno (Umberto Magnani), e um novo amor, com o pianista Jonas (Mário Cardoso).

Já o anjo maldito do título da outra novela era Débora (Elaine Cristina), que não hesita em prejudicar seriamente a única irmã, Laura (Reny de Oliveira), para se dar bem junto ao milionário viúvo Tomás (Tony Ferreira).

Na Band, aliás, TV Bandeirantes, quando Pão-pão, Beijo-beijo estreou havia duas novelas em cartaz. Às 18h50, três autores – Jayme Camargo, Marcos Caruso e Lafayette Galvão – contaram em Campeão a história de duas famílias unidas por um casal que está em crise, Alexandra (Maria Estela) e Jorge (Rubens de Falco), e seu filho Flávio (Alexandre Raymundo), muito ligado ao cavalo Panambi, ganho do avô paterno Amílcar (José Lewgoy).

Já na faixa das 20h a emissora apresentou a partir de 4 de abril de 1983 Sabor de Mel, de Jorge Andrade, com direção de Roberto Talma e um elenco estelar para contar uma história de ambição e suspense cuja figura central era a excêntrica milionária Laura (Sandra Bréa).

Ela passava a conviver com um grupo de pessoas interessadas em seu prêmio de 20 milhões de cruzeiros a quem decifrasse determinado enigma. No elenco, Raul Cortez, Eva Todor, Mila Moreira, Flávio Galvão, Gianfrancesco Guarnieri, Célia Helena, Karin Rodrigues, Elias Gleizer, Carmen Silva e Taumaturgo Ferreira.

Ao final de Campeão, a Band lançou em maio duas novelas: às 19h, Maçã do Amor, de Wilson Aguiar Filho, trazia Lia (Yoná Magalhães) e Mário (Jonas Mello), num casamento desajustado, o filho doente Chico-Tico (Alexandre Raymundo) e o Dr. Paulo (Rubens de Falco), que poderia curá-lo.

Às 17h30, a outra foi a infantojuvenil Braço de Ferro, de Marcos Caruso, com um grupo de crianças que se unem num clubinho cuja sede é um casarão abandonado do bairro onde moram. No elenco mirim, Selton Mello e os irmãos Ulisses e Wendel Bezerra. A TV Manchete entrou no ar em 5 de junho de 1983, mas sua primeira novela só foi exibida em 1985.

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