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Tarcísio Filho sobre atuar em inglês em Passaporte para Liberdade: “Muito maluco”

Ator vive o cônsul Souza Ribeiro, destaque nos próximos capítulos

Publicado em 29/12/2021
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Nos próximos capítulos de Passaporte para Liberdade, Aracy (Sophie Charlotte) e João (Rodrigo Lombardi) comparecem ao jantar da embaixada de Portugal para a recepção de Goebbles, o famoso ministro da propaganda de Hitler.

Assim que chegam ao evento, os dois são abordados pelo ex-capitão Zumkle (Peter Ketnath), recentemente promovido a coronel, que não perde a oportunidade de provocar o cônsul-adjunto.

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Incomodado após ser repreendido por João e com ciúmes, o nazista faz uma falsa denúncia sobre o brasileiro na tentativa de tirá-lo de cena. No consulado, João é surpreendido por agentes da Gestapo, que o levam para interrogá-lo. Ainda na ausência do cônsul-adjunto, uma bomba explode no prédio comandado por Souza Ribeiro, personagem interpretado por Tarcísio Filho. O ataque deixa o escritório em ruínas.

Em entrevista, o ator Tarcísio Filho, conta como foi interpretar o cônsul Souza Ribeiro e qual a sensação de interpretar um papel em uma língua estrangeira.

Quem é o cônsul Souza Ribeiro? Conte um pouco sobre ele.

O Souza Ribeiro é o cônsul principal, está postado em Hamburgo na época em que transcorre a ação. O Guimarães chega em uma época em que o nazismo estava começando a aparecer, começando a colocar a cabeça para o lado de fora. Hamburgo não era a capital da Alemanha, mas era um centro comercial muito importante naquela época porque tem um porto importantíssimo. O cônsul Souza Ribeiro tem uma posição absolutamente pró-governista. Um burocrata de primeira mão.

Esse é o seu primeiro trabalho em inglês? Como foi a experiência?

Como ator, sim. É muito diferente, porque eu falo bem inglês, mas tive grande dificuldade em remodelar a minha cabeça. A cabeça da gente funciona há muitos anos em português, e não adianta você apenas falar bem o idioma. O verbo é a nossa ferramenta.

Então, apesar de você estar familiarizado com esta língua diferente, você não tem o mesmo domínio intuitivo do verbo que tem na sua língua mãe. E perceber isso, a dificuldade que isso acarretou, é muito interessante.

Aprendi mais nesse trabalho do que em muitos outros, justamente porque ele me forçou a repensar o meu approach, a minha condição de artista. Foi muito maluco, uma redescoberta muito interessante para mim.

Como foi dividir o set com Sophie e Rodrigo neste trabalho? Como era a troca de vocês em cena?

Eu já fiz uns três ou quatro trabalhos com o Rodrigo. Nunca tinha trabalhado com a Sophie, mas já nos conhecíamos, éramos amigos. Quando você coloca colegas para trabalharem juntos, tudo fica muito mais divertido, já se estabelece uma intimidade cênica. É muito gostoso.

E com Jayme Monjardim, como foi a parceria com o diretor?

Eu conheço o Jayme há muitos anos, já fizemos um monte de trabalhos legais juntos. Eu comecei com o Jayme e ele começou comigo, juntos na televisão. Fizemos ‘Sinhá Moça’, a época toda da Manchete, ‘Pantanal’, ‘Cananga do Japão’, ‘A Casa das Sete Mulheres’… sou amigo do Jayme há muitos anos. É um parceiro querido e um diretor muito talentoso. Ele já trabalhou com a minha família inteira. É muito legal, muito gostoso, sempre.

Leia outros textos da colunista AQUI.

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