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ANJO DE HAMBURGO

Sophie Charlotte revela detalhe de convite para protagonizar minissérie: “Não consegui dormir”

Atriz interpreta Aracy de Carvalho em Passaporte para Liberdade

Publicado em 16/12/2021
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Em meio ao cenário de caos da Alemanha nazista, mais precisamente em Hamburgo no final de 1930, com constantes ataques a judeus pelas esquinas, começou o romance entre Aracy de Carvalho e João Guimarães Rosa, papéis respectivamente de Sophie Charlotte e Rodrigo Lombardi na minissérie Passaporte para Liberdade.

Criada por Mario Teixeira e com direção artística de Jayme Monjardim, a produção estreia na Globo a partir da próxima segunda (20), após o The Voice Brasil, em oito capítulos.

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Em entrevista, Sophie Charlotte, a protagonista da trama, fala sobre ter conhecido Aracy e logo se emocionado com sua história, e como foi o trabalho em si.

Como foi o convite para viver a Aracy?

Em um encontro inusitado que tive em um almoço nos Estúdios Globo, fiquei sabendo de Passaporte para Liberdade. Quando botei a cabeça no travesseiro, fiquei pensando nisso. Pesquisei na internet, descobri a história de Aracy e, lendo mais, soube que a Globo estava produzindo a minissérie e que a direção seria do Jayme Monjardim.

Eu me senti muito ligada à história, não consegui dormir. Eu tinha que falar com o Jayme. Cheguei nos Estúdios Globo e perguntei por ele – fiquei esperando-o sair de uma reunião. Ele veio com os olhos arregalados e eu já saí falando coisas em alemão, falando que eu precisava fazer o papel da Aracy, que eu esperei a vida toda para contar a vida de uma mulher assim.

E como você avalia esse trabalho?

Para mim, é uma missão. Essa história me marca muito porque parte de uma escolha pessoal que vai contra um movimento vigente, uma escolha ética e moral que olha para um grupo tido como minoritário e entende o outro ser humano como um irmão. Ela acreditava que essas pessoas mereciam, sim, viver com dignidade.

Como você definiria a mulher forte e destemida que foi Aracy? Como construiu a personagem?

A gente está acostumado a colocar a potência da força sempre no ímpeto violento. Mas acho que a força feminina tem outros lados. E eu acredito que a Aracy é uma grande força nesse sentido. Ela fez tudo o que fez porque o coração dela não permitiria que fosse de outra forma. É no contato humano, é no detalhe, é nessa simplicidade dela que eu me apeguei.

Leia outros textos da colunista AQUI.

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