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TALENT SHOW

Primeiro Masterchef Brasil do pós-pandemia estreia com cozinheiros intensos: “Muitos amores e ódios”

Band estreia nova temporada do programa no dia 17 de maio

Publicado em 10/05/2022
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Na próxima terça-feira (17), a Band estreia uma nova temporada do Masterchef Brasil. Será a nona com cozinheiros amadores e, segundo a própria direção, os mais intensos e aguerridos entre todos os que já passaram pelo programa.

Para a seleção dos 16 participantes, a produção buscou priorizar o talento, claro, mas levou em conta também o quanto eles conhecem o jogo. Afinal, já são oito anos de Masterchef. Em todos, estiveram os atuais jurados e chefs Henrique Fogaça e Erick Jacquin. Já a chef Helena Rizzo entrou na temporada de 2021, substituindo Paola Carosela.

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“Eles [os competidores] estão muito animados. É nossa primeira grande turma pós-covid. Estão com sangue nos olhos e têm personalidades muito boas”, adiantou Ana Paula Padrão, apresentadora do talent show.

Ana Paula revelou que, em apenas três gravações de episódios, notou com quais participantes tem afinidade ou não. “Percebi que já tinha muitos amores e muitos ódios. Então se eu tinha, tenho certeza que quem está em casa vai ter também. Eles estregaram muita personalidade”, conta a jornalista.

Ana Paula Padrão é a apresentadora do Masterchef Brasil (Lucas Ramos / AgNews)

Mais que um reality, uma oportunidade

Com tantos anos no ar, o Masterchef já é encarado aqui no Brasil como um programa que pode mudar a vida de quem participa dele.

Segundo Marisa Mestiço, diretora do reality show desde seu primeiro ano de existência, o número de inscritos é maior a cada temporada.

“Acho que é um reflexo do que a gente vive, por que todo mundo encarou que o Masterchef é uma transformação de vida, uma mudança importante para todo mundo que consegue atrelar um talento que tem na cozinha a uma exposição”, pondera Marisa.

Troféu do Masterchef Brasil

A diretora reitera que o sucesso do programa e a cultura do Brasil de gostar de realities shows também reforçam o fato de que as inscrições só aumentam ano a ano. “Quem estuda Masterchef desde 2014 já entendeu qual é a dinâmica do jogo. Por isso eles já chegam muito mais preparados”, diz Marisa Mestiço.

Henrique Fogaça, jurado que está desde o começo da atração, já pode ver muitos competidores mudando de vida após a participação. “O Masterchef já está aí há oito anos e eu vejo o tanto que transforma a vida das pessoas que entram no programa. Elas conseguem realizar esse sonho. E das pessoas que acompanham o programa também“, opina o chef.

Henrique Fogaça, chef e jurado do Masterchef Brasil (Lucas Ramos / AgNews)

Esforço para se reinventar

Depois de tantos anos e com tantas edições, entre amadores e profissionais, o Masterchef tenta se reinventar para prender o público. Segundo Ana Paula Padrão, a formatação das provas é toda realizada antes de começarem as gravações.

A demanda por atividades mais criativas e também mais difíceis para tentar captar mais público e não entediar aqueles que já assistiam o reality, exige também um esforço maior da produção.

“A gastronomia é uma coisa muito infinita. A gente tem provas guardadas há três anos. Por que precisa ter uma harmonia, a gente tem que ter uma crescente de dificuldades. Existe um trabalho de uma equipe de um ano inteiro, que estuda o que está acontecendo, entende o melhor momento para acontecer”, explica Marisa Mestiço.

Henrique Fogaça, Helena Rizzo e Erick Jacquin são os jurados do Masterchef Brasil

A influência do público

Com a missão de voltar às raízes dos primeiros programas, a nova temporada do Masterchef deve trazer também muitos pontos que agradam o público. Sem escutar o que vêm das redes sociais, por exemplo, a produção ficaria ‘no escuro’ sobre o lado afetivo do reality show.

No entanto, Marisa Mestiço explica que, apesar de levar em conta o que o telespectador quer, é preciso saber equilibrar com a temática da atração. “A gente ouve todo mundo. O nosso público é uma das vozes mais importantes pra gente. É fato que falar de gastronomia, precisamos ouvir mais pessoas gastronômicas e menos nosso público”, afirma a diretora do programa.

Em contrapartida, ela revela que muitas opiniões dadas no Twitter e outras mídias sociais não são deixadas de lado. “Nosso público vai lembrando de coisas muito importantes. Mas é óbvio que isso precisa ser fluido dentro de cada temporada. Não posso só ouvir a internet e ter um programa coerente gastronomicamente. É uma equação”, declara.

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