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No ar em O Clone, Silvia Pfeifer se anima com papel na Record: “Primeira novela de época”

Atriz esteve também na novela Topíssima

Publicado em 05/01/2022
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Quem acompanha O Clone no Vale a Pena Ver de Novo deve ter visto Silvia Pfeifer interpretando Cinira, uma das namoradas de Leônidas (Reginaldo Faria). A personagem foi uma das muitas que fez em novelas da Globo, emissora onde ficou até 2015.

Na verdade, o último papel fixo de Silvia em uma trama da ‘plimplim’ foi Alto Astral, de 2014. No ano seguinte, ela foi chamada para fazer ela mesma em Totalmente Demais. A partir daí, resolveu embarcar para Portugal para atuar em Ouro Verde, novela que foi um verdadeiro sucesso no país.

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Quando voltou ao Brasil, Silvia Pfeifer fechou contrato com a Record TV, sua atual ‘casa’. Em 2019 ela esteve em Topíssima como Mariinha, que se destacou por sua história de força e superação. Para 2022, a atriz já tem novo trabalho em vista. Ela está no elenco de Reis, próxima novela bíblica do canal de Edir Macedo.

Animada para Reis

Reis está em fase de gravações e dará continuidade à história contada em Gênesis, superprodução que teve final em novembro de 2021. Silvia Pfeifer ainda não começou a filmar, mas já se mostra animada. “A história é incrível e estou animada, porque vai ser minha primeira novela de época”, celebra a artista e modelo em entrevista a Heloísa Tolipan.

Para dar tempo para produzir Reis, que será em fases, a Record colocou no ar um compilado de Gênesis, Terra Prometida e Os Dez Mandamentos. A nova novela mostrará a transição do governo de Israel, primeiro liderado por juízes e depois pela monarquia.

Aos 60 anos, Silvia comemora o atual momento da carreira, sobretudo por poder fazer um papel bem diferente do que já fez até hoje.

É isso que nós atores queremos, oportunidade de experimentar diferentes vidas. A Mariinha de Topíssima me trouxe um frio na barriga. Estava muito animada exatamente por essa oportunidade. Tive preocupação no figurino, em não me maquiar para as cenas, nem tirava as olheiras. A vida de qualquer pessoa tem que ser regida pelo afeto e pela ética, seja ele profissional, pessoal, amoroso. A Mariinha tinha essa nobreza. Em qualquer comunidade carente do mundo encontramos pessoas assim, sabe, elegantes no físico e com um interior bem mais nobre do que muita gente com dinheiro que vive em lugares privilegiados e com ótima formação”, pontua Silvia.

Leia outros textos da colunista AQUI.

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