Mais do que você gosta.
Assine o Star+
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
VERSÃO ANTIGA

Jove de 1990, Marcos Winter faz revelações inusitadas sobre Pantanal

Ator conta em documentário detalhes das gravações da primeira edição da novela

Publicado em 09/06/2022
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Marcos Winter fez sucesso em 1990 ao interpretar Joventino Neto na primeira versão de Pantanal, exibida na Rede Manchete. Hoje o ator é contratado da Record TV.

Em documentário divulgado no canal Família Manchete, Winter explicou que a rotina de gravações há 32 anos se diferencia bastante da que é empregada no remake produzido pela Globo.

Continua depois da publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Era uma outra época, era uma outra qualidade de equipamento. Hoje você faz uma novela com uma camerazinha desse tamanho. Eram várias viagens de aviãozinho. Muita gente pode confundir, mas no Pantanal mesmo, a gente só fazia as externas, tudo que era quarto, cozinha, sala era no Rio de Janeiro”, contou o artista de 55 anos de idade.

Marcos Winter, Claudio Marzo e Marcos Palmeira em Pantanal da Rede Manchete

No remake de Pantanal, vale dizer, grande parte das filmagens é feita em locações do próprio bioma, se dividindo entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já nos anos 1990, segundo Marcos Winter, a tapera da Juma (vivida por Cristiana Oliveira) era a única externa na região.

“Era lindo, porque a equipe iluminava com espelhos. Não tinha muito refletor, essas coisas. O dia em que pegava sol, era incrível”, rememorou o ator, que compõe o elenco da série Reis, atualmente transmitida na Record.

Juma (Cristiana Oliveira) e Jove (Marcos Winter) da Pantanal de 1990

As idas ao Pantanal para gravar a versão original da novela eram tão frequentes, que Marcos Winter chegou a aprender a manejar o avião que os levava às locações.

“Acho que eu fui umas 30 vezes para o Pantanal em um ano. A viagem era assim: a gente pegava um avião comercial e descia em Campo Grande. De lá, pegávamos outro aviãozinho pequeninho e seguia. Na terceira viagem eu já taxiava o avião, levantava voo, só não tinha coragem de pousar. Mas o resto eu fazia tudo! Pousava no pasto e pronto, já estávamos na sede da fazenda”, revelou ele, achando graça.

Marcos Winter e Giovanna Gold nos bastidores de Pantanal

Curiosidades sobre as noites no Pantanal

Também no documentário, Marcos Winter fez revelações inusitadas sobre os bastidores da antiga Pantanal, sobretudo no período noturno, quando não havia condições de gravar. Entre as curiosidades que o ator conta estão os momentos de diversão do elenco e da produção.

“Ali era nosso ponto de encontro, lugar que a rapaziada ficava. Na frente da sede tinha um campinho de futebol. Como a gente não tinha muitas cenas noturnas, porque não tinha um parque de luz grande, normalmente quando o sol caía a gente já se trocava para jogar futebol…”, relembra Winter.

Pescaria noturna, com direito à fogueira liderada por Almir Sater, também fazia parte do lazer. “E quando caía a noite, mesmo, eu, Claudio Marzo e o Almir Sater, a gente pegava um barquinho e saia para o meio do rio, com uma garrafinha de cachaça, para pescar. Era um breu! Às vezes a gente pescava em três e não dava para carregar. Tinha que chamar a galera da fazenda para ajudar. E aí era incrível, depois da pescaria o Almir limpava o peixe, fazia uma fogueirinha, violão, Sérgio Reis, isso era uma curtição incrível”, recordou.

Marcos Winter, Cristiana Oliveira e Paulo Gorgulho em Pantanal (Reprodução)

Leia outros textos desta colunista.

Publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Deixe o seu comentário

Em Alta

Carregando...

Erro ao carregar conteúdo.

Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Publicidade
Posting....