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“Tem muito humorista se digladiando para fazer show e eu não vou entrar nessa”, declara Beto Hora, que relembra momentos marcantes da sua trajetória

Publicado em 17/01/2022
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Amigos da Coluna “Por Trás da Tela”, em primeiro lugar, feliz 2022! Torço para que este novo ano seja tão divertido quanto foi fazer esta entrevista.

Wilson Roberto da Hora Santos, conhecido por todos como Beto Hora, é meu primeiro entrevistado do ano. Esse paulistano de 58 anos é humorista, locutor, apresentador e radialista. Você com certeza já gargalhou ao ouvir uma de suas notáveis imitações. Nessa conversa franca, o que não faltou foi gargalhada, porque fui agraciado com várias imitações. Espero que vocês consigam “ouvi-las” em pensamento ao ler este texto.

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Para além das imitações, o radialista reflete aqui sobre o momento atual do humor no Brasil, com grande disputa por espaço, e recorda memórias de sua carreira, especialmente sobre a formação do clássico programa Na Geral. Confira!

CHRISTIANO BLOTA – Beto, quando foi que você percebeu que tinha talento para o humor e para imitar pessoas?

BETO HORA – Eu sempre fui gordinho. E o gordinho sempre tem que se destacar de alguma forma. Eu era muito brincalhão, contador de piada, desde moleque mesmo, desde os cinco anos de idade. Gostava muito de trotes, pequenos trotes, brincadeiras… E isso foi me aproximando muito das pessoas. Elas falavam “pô, vamos chamar o Beto para vir aqui contar piada” ou “vamos chamar o Beto para tocar violão e contar causos, contar histórias”. Sempre me destaquei no meio social dessa forma. Então todo mundo queria estar perto, queria conversar e bater papo. Desde cedo isso aconteceu. O rádio foi uma paixão que eu tive ouvindo a Bandeirantes. Quando criança, ouvia o Hélio Ribeiro [foi um importante nome do rádio e do jornalismo no país]

Aqui, Beto engrossa a voz e imita Hélio Ribeiro.

BH – “O poder da comunicação”. E aquilo me encantava, eu achava demais. Ele tinha o dom da palavra. E ele me levou para o rádio, me convidou quando eu era criança. Então fui me aproximando, mas nunca tinha tido oportunidade. Até que, aos 20 e poucos anos, eu fui para Santos fazer faculdade de jornalismo. Lá, também criei, nos intervalos, uma brincadeira para alegrar a moçada, e comecei a receber convites para ir trabalhar em rádio. Aí, eu recebi um convite de um grande amigo, o Nidão, que infelizmente o Covid levou, para conhecer a Jovem Pan. Fui lá, peguei amizade com um cara chamado Rui Monteiro [radialista], que me apresentou para o Tutinha [Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, presidente e CEO do Grupo Jovem Pan]. O Tutinha falou: “ah, vamos contratar esse cara!”

Beto começa a imitar o Tutinha.

BH – “Contrata ele. Se eu não gostar, manda embora”. Aí fiquei na Jovem Pan por um bom tempo, e depois fui convidado para ir para a rádio Metropolitana. Durante o período que fiquei na Metropolitana, conheci um sujeito muito legal, o Antônio Viviani [locutor publicitário]. Era um cara de locução de propaganda e ele me convidou para fazer propaganda. Eu larguei o rádio e fui trabalhar com isso, botando voz em publicidade, em grandes campanhas. 

Beto muda a voz e engrossa o tom para fazer os anúncios.

BH – “Bradesco, garantia de bom serviço. Antarctica, a cerveja mais bebida do Brasil”. E não parei mais com a publicidade, adorei e fiquei um tempão. Ah, um detalhe: no dia em que saí da Jovem Pan, o Lélio Teixeira [radialista e apresentador do programa Na Geral] estava começando a trabalhar lá. Ele já tinha saído e estava voltando. Nós nos encontramos no elevador e fizemos ali um contato, mas nunca mais vi Lélio. Fiquei durante anos na publicidade e não voltei mais para o rádio. Um belo dia, olha que coisa engraçada, eu estava subindo a Consolação, parado no farol, ali eu vejo um cara parecido com o Lélio. E era o Lélio! Aí eu acelerei e decidi brincar com ele. Parei ao lado do carro e falei “careca filho da puta!”. Cara, ele começou a chorar. Ele e o Zé Paulo [José Paulo de Andrade, radialista] tinham feito uma reunião um pouco antes e o Zé Paulo falou: “você conhece alguém de humor para gente convidar para o programa?”. O Lélio falou: “eu conheço o Beto Hora!”. “Mas como é que você vai achar o Beto Hora?”. “Ah, eu dou um jeito, eu vou procurar!”. Foi por isso que ele começou a chorar. 

CB – Foi aí que vocês começaram o programa “Na Geral”, né?!

BH – É! Ele falou: “olha, eu peguei uma rádio para ser coordenador, a rádio Brasil 2000, e queria fazer um programa lá. Vamos?”. E eu: “ah, vamos. Bora, vai!”. Quando a gente começou a fazer o programa, o pessoal da Bandeirantes ouviu e disse: “é isso que eu quero botar no ar. Quero rejuvenescer os ouvintes!”. A gente aceitou o convite da Bandeirantes, saímos da Brasil 2000 e fomos para lá. Só que, quando nós entramos na Bandeirantes, as pessoas não gostavam muito daquela história de parar um jornalista para entrar um programa de humor. Os caras não davam nem boa noite para nós, eles odiavam a gente.

CB – Os ouvintes adoravam, você pode ter certeza.

BH – Os ouvintes adoravam, mas os caras que estavam lá dentro, a velha guarda, odiava. Um belo dia, o Pelé liga para a Bandeirantes. Ele ligou, mas todo mundo achou que era alguém imitando o Pelé. E eu já imitava o Pelé no programa. Só que ele ficou inconformado. Resolveu, então, ir pessoalmente ao estúdio, e contou que achava que a mãe dele estava ficando louca, porque ela ouvia o programa no ar e falava para ele: “para de falar essas bobagens!”. Ele comentou com o Pepito [José Fornos Rodrigues, quem comanda as Empresas Pelé]: “acho que minha mãe não está legal, porque ela está me ouvindo no rádio e eu não dou entrevista no rádio há mais de 20 anos”. Teve um dia que o Maradona falou uma bobagem do Pelé e o Pelé não respondeu, aí eu resolvi responder. 

E é claro que, em seguida, Beto imita o Pelé.

BH – “Olha gente, eu estou lançando o leite Maradona, agora em pó”. Ele estava ouvindo e disse para o Pepito: “mas eu não falei isso!”. O Pepito: “mas não é você! É um cara que te imita na Bandeirantes”. Ele ligou uma coisa à outra e falou: “ah!! É esse cara que minha mãe está ouvindo! Vamos para lá agora!”. Quando ele entrou na Bandeirantes, não quis dar entrevista para ninguém, e disse: “eu vou só falar com esses caras aqui”. O Pelé entrou no estúdio e falou: “vou processar você, você, você e você!”. Cara, a gente quase caiu da cadeira. Bom, a partir desse dia, todo mundo falava boa noite para mim. Imagina?! Para o pessoal do futebol, foi a mesma coisa que dar um aval. O aval personificado do Pelé foi o melhor aval do mundo. Significa: “esses caras são bons, eles têm que continuar”. Mudou o jogo total. Foram 17 anos de uma relação tranquila e maravilhosa. Até que entrou um maluco lá, um tarado, um cara que não entendia porcaria nenhuma de rádio e mandou a gente embora absolutamente do nada dizendo que qualquer um faria o que a gente fazia.

Apesar do tópico ser um pouco chato, são as boas memórias que Beto prefere preservar e contar.

BH – Eu fiz uma brincadeira uma vez indo para a Copa do Mundo. O Johnny [João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes] e o Ricardo Saad [filho de João Jorge Saad, fundador do Grupo Bandeirantes e acionista] queriam atenção de todo mundo, porque eles queriam desejar boa viagem, boa cobertura e tal. E estava todo mundo conversando no refeitório, ninguém prestava atenção nos dois. Eu subi em uma mesa e disse: “pessoal, pessoal, pessoal! Por favor, aqui, ó! Em nome da minha família, da família Saad, eu quero dar boas-vindas a todos”. Quando falei da minha família, eu falei assim: “nós, da presidência da Bandeirantes, gostaríamos de desejar a todos vocês uma boa viagem, mas eu gostaria de passar aos meus primos a palavra”. E aquilo ficou num silêncio, porque as pessoas falavam: “porra, será que é primo mesmo do Johnny?”. E até hoje, quando eu os encontro, eles me chamam de primo. Até hoje eu tenho uma relação muito boa com eles. Infelizmente, com a rádio a relação acabou, mas é um processo natural. 

Nosso entrevistado segue contando sua trajetória, agora após sua saída da Bandeirantes.

BH – A gente bateu cabeça em algumas rádios tentando mostrar que o nosso jeito de falar de futebol é o jeito que as pessoas querem ouvir. É uma demanda nossa, é uma coisa muito pessoal nossa. Futebol é uma coisa muito chata: você imagina narrar uma corrida de lesma. 

Beto imita agora o Silvio Luiz [locutor esportivo].

BH – “Opa, deu um passo… a outra deu um passo…”. É uma coisa chata! O futebol, se você não souber comunicar, se torna uma coisa chata, porque só quem entende é o cara que está falando. E de repente quem está ouvindo fala: “isso não me interessa, eu não quero ouvir esse cara falar isso”. A gente não, a gente desenvolveu um modo de comunicar e falar sobre o futebol que é como se fossem três amigos numa mesa de boteco. Cada um fala a bobagem que quer e brinca com o outro dessa forma.

CB – Beto, uma opinião pessoal: acho que o futebol precisa do humor. Sempre fui um defensor, e olha que eu peguei a Bandeirantes tradicional, quando as pessoas falavam com voz de veludo. Era legal também, claro, mas o humor é fundamental, você não acha?

BH – O humor dá exatamente o caminho das palavras para você falar aquilo que pensa sem desrespeitar o ouvinte. A opinião do ouvinte é importante, então você tem que falar de um jeito que respeite a opinião dele também. Tanto é que eu tenho um personagem chamado Charutinho, que é uma homenagem ao Adoniran Barbosa, que é super democrático. Quando o ouvinte dá a opinião e ele não gosta, ele manda o cara para o inferno.

Beto muda a voz para imitar o Adoniran (ou interpretar o Charutinho, como vocês desejarem).

BH – “Ah, vá para o inferno você!”. É o que torna o negócio mais agradável.

CB – Bem mais legal. Sabe que eu lembro agora… Eu saía cansado do BandNews TV, porque fazia quatro horas de jornal por dia, acordava às 2 da manhã para entrar às 6 no ar, e te confesso que você foi uma das grandes pessoas responsáveis por eu não enlouquecer. Eu chorava de dar risada. A gente estava no mesmo lugar e não se conheceu, infelizmente. Agora estamos nos conhecendo. Eu achava a imitação do Vanderlei Luxemburgo muito boa. O Sérgio Patrick [jornalista esportivo] me falou uma vez: “quando o Beto incorpora o Luxemburgo, ele vira outra pessoa”. Então eu te pergunto: como é essa capacidade de – não de entrar no personagem – mas de se transformar mesmo numa pessoa?

BH – Eu não sei te dizer como é, sinceramente. Eu sei te dizer que o Zé Silvério [um dos maiores locutores esportivos da história do rádio] não gostava que imitasse ele. Um dia, ele me parou no corredor da rádio…

Nem preciso dizer que Beto começa a imitar o Zé Silvério, né?!

BH – “Olha, eu vou falar uma coisa para você com toda a sinceridade: a imitação eu até entendo, mas você falar aquilo que eu penso, eu acho incrível”. Então eu não sei explicar, é uma coisa de Deus mesmo, uma coisa surreal. Mas é muito legal isso.

CB – A primeira imagem sua que me vem à cabeça, eu ainda não trabalhava nos meios de comunicação, e te vi no Programa Livre do SBT…

BH – É, faz tempo isso…

CB – É, eu lembro de estar mudando de canal, parei e falei: “quem que é esse cara?! Ele é muito bom!”. Você estava imitando o saudoso Belchior. E você conseguia fazer aquelas improvisações do Belchior, quando ele cantava, e eu lembro que você fazia e parava para rir. Parecia que o Belchior estava cantando e rindo. E eu rindo junto. É uma paixão que você tem pelo humor, né?!

BH – Cara, é uma coisa louca. Eu vejo o humor hoje perdendo tanto espaço, apesar do número gigantesco de humoristas que apareceram.

CB – Você acha que o espaço menor para o humor tem a ver com esse “politicamente correto”? 

BH – Não tenho dúvidas. O mundo ficou muito chato e agora as pessoas têm voz, então quando a pessoa não gosta de uma determinada coisa, ela tem um canal para falar, que são as redes sociais. Antigamente, quem gostava ouvia; quem não gostava, não ouvia. Agora as pessoas podem falar: “eu não gosto dessa piada, não gosto de você, não gosto desse estilo, vai para o meio do inferno!”. E você fala: “vai você também”.

CB – Como é que faz para sobreviver num mundo desses? Como o humorista sobrevive nesse momento?

BH – Primeiro você precisa entender que o humor e o terror caminham lado a lado. Se você escorregar, você vai cair ou para o lado do terror ou para o lado do mau humor. Ou você vai se deparar com alguém com mau humor. Então você tem sempre que trilhar um caminho que te dê segurança. O caminho que te dá segurança é um caminho que você pensa: “eu tenho que fazer humor para uma pessoa de 8 e de 80 anos”. Porque se você fizer humor específico para uma categoria, vai cair em desgraça. Então eu sempre preservei isso de fazer humor para todo mundo. Não faço humor específico, meu humor não tem palavrão. Eu mexo com o intelectual da pessoa. Tenho um personagem, o Seu Geraldo, que fala que Frank Sinatra nasceu em Nazaré das Farinhas. O cara fica curioso e vai procurar. “Será que nasceu mesmo em Nazaré das Farinhas?”. Isso desperta nas pessoas o interesse em pesquisar. E as pessoas que sabem, já sabem e dão risada.

Nem preciso pedir e Beto interpreta o personagem.

BH – “Cê estudou comigo na UNINAFA, eu fui professor na UNINAFA”.

CB – Quantos personagens você criou ao longo da carreira?

BH – Tenho mais de 78 personagens próprios. Eu não conto isso, porque provoca vaidade. E vaidade não combina com humor. Esse papo do humorista que faz mais vozes… Não estou a fim. Estou velho para essas coisas. Não estou competindo com ninguém. Já teve personagem que eu tirei do ar. Por exemplo, eu fazia um personagem chamado Riquinho, que era uma homenagem ao Tutinha. Era um são-paulino.

Ele muda a voz para interpretar o Riquinho.

BH – “Meu, cê não tem helicóptero, meu? Que merda que deve ser sua vida, cara. Você não vai para a Suíça esquiar, meu? Nossa, que merda que deve ser sua vida”. Quando o cara lançou o Pimpolho, eu tirei o personagem do ar.

CB – É, o Pimpolho é o Felipe Xavier quem faz.

BH – Exatamente! Em respeito ao colega, eu tirei o personagem do ar, porque tem espaço para todo mundo. Por que a gente vai ficar se digladiando?

CB – Isso é muito legal da sua parte. Agora, e se seus fãs, como eu, quiserem te achar, como fazemos? Me fala também dos seus projetos para o futuro.

BH – Todo mundo que quiser me encontrar vai lá no @betohora no Instagram, eu estou ao lado da rainha da Inglaterra. Foi uma foto que eu tirei porque a rainha é apaixonada pelo meu humor. Mentira, isso foi no Museu de Cera. Eu tento responder todo mundo no Instagram. Agora, meu projeto para o futuro é tentar sobreviver a esse caos que está o planeta. Umas pessoas obrigando a gente a tomar vacina, outras dizem que a vacina não serve para nada. Cada dia tem uma coisa. O que eu vou fazer lá na frente em relação ao humor: vou esperar a demanda do mercado, porque agora tem humorista pra caramba. Tem muita gente se digladiando para fazer show e eu não vou entrar nessa.

CB – Beto, eu sou fã de humor, tenho inclusive uma tese de mestrado sobre o tema. Sinto hoje que aquela moda dos Estados Unidos do StandUp Comedy chegou. Você faria?

BH – Eu não faço. Assim, não posso dizer que não beberei dessa fonte, mas não é o meu perfil. Eu sou muito maloqueiro para esse perfil. E tenho um pouquinho de hiperatividade, gosto de estar em três lugares ao mesmo tempo – só que eu ainda não consegui fazer isso. Então o palco sozinho para mim… Se eu tivesse numa turma, talvez sim. Eu encararia um palco, mas com uma peça, um espetáculo, alguma coisa desse gênero. Eu sozinho no palco acho muito pobre.

CB – E onde a gente te encontra no ar?

BH – Estou na Rádio Massa atualmente, no 92,9, com o Na Geral. É o mesmo time. O Ratinho abraçou o projeto e convidou a gente para entrar no negócio. Estamos muito felizes: eu, o Zé Paulo e o Lélio. Agora nós colocamos o Frank Fortes [jornalista] junto. Na Rede Massa, todos os dias das 5h30 às 7h da noite. Hoje eu faço também assessoria de marketing para empresas, e uma série de outras coisas em paralelo.

CB – Beto, o nome da minha coluna é “Por Trás da Tela”, e o meu objetivo é trazer textos opinativos para falar um pouco sobre os bastidores da televisão – e do rádio também, apesar de se chamar “Por Trás da Tela”. Para encerrar, eu quero saber, quando você não está trabalhando, quando você está descansando por trás da tela do celular, do tablet, do computador ou por trás do microfone, o que você gosta de fazer?

BH – Sou um cara 100% minha família. Nesse momento, a minha esposa e minhas filhas acabaram de voltar para o Brasil depois de 8 anos nos Estados Unidos. Fui inscrevê-las em um cursinho para que elas pegassem um pouquinho da matéria brasileira e elas sugeriram: “vamos fazer um teste para que a gente veja como é o vestibular”. Levei para fazer o vestibular e elas ficaram em 13º e 14º lugar e passaram direto para a faculdade. Então eu tenho curtido muito a minha família. Minha família é a coisa mais gostosa do mundo. E eles me chamam de mal humorado! Então você imagina o grau que estou – muito abaixo do humor do pessoal.

CB – Que legal, é muito bom curtir a família. Eu também prezo muito pela minha. Beto, muito obrigado! Foi uma alegria imensa ter você na coluna.

BH – Que isso, Blotinha! Você é parceiro, sempre pode me chamar.

Encerramos a entrevista do jeito que começamos: sorrindo. Valeu, Beto Hora!

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