“Ainda não completamos um ano no ar, mas acredito que já tenhamos encontrado uma característica”, diz Márcio Gomes sobre o CNN Prime Time

Jornal abre a faixa nobre da CNN Brasil e tem se destacado junto ao público da TV paga

Publicado em 23/7/2021
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Amigos da Coluna “Por Trás da Tela”, hoje eu recebo a visita de Márcio Gomes. Para mim, um dos mais completos profissionais da área. Com vasta experiência como âncora e como repórter internacional, Márcio comanda o CNN Prime Time, que se consolida cada vez mais como um importante jornal na atualidade.

CHRISTIANO BLOTA – Márcio, você está no comando do CNN Prime Time, que tem muito da sua identidade, personalidade. Como você avalia o desenvolvimento do jornal?

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MÁRCIO GOMES – Ainda não completamos um ano no ar, mas acredito que já tenhamos encontrado uma característica – sermos ágeis, sem sermos rasos. Temos análise com o excelente time de comentaristas da CNN, mas com objetividade, fazendo a ligação dos diferentes assuntos do dia. Nossos correspondentes no Brasil e no mundo nos ajudam nessa missão e estão sempre prontos para sair do script para informar mais. A equipe da Redação está bem entrosada, cheia de ideias, para sempre buscar ângulos novos na hora de apresentar a notícia. 

CB – Você esteve durante muito tempo na Globo antes da CNN. Como foi o processo de adaptação na nova casa?

MG – Muito mais fácil do que imaginei. A CNN tem um time menor, mas com uma vontade de fazer mais, fazer diferente, ousar. Todos me receberam muito bem, me dando uma super equipe – e, ao mesmo tempo, cheguei empolgado em conhecer um time novo que já admirava e em crescimento. 

CB – Márcio, o que te fala mais alto no coração: o Márcio âncora ou o Márcio repórter?

MG – Os dois! Adoro estar na bancada, ser o último elo de uma grande corrente que apura, checa, escreve, edita e entrega a notícia a quem nos assiste. Uma função importantíssima. Mas a reportagem também me fascina, estar no local onde a notícia acontece, ser testemunha da história, isso não tem preço. O ideal, pra mim, é estar nas duas funções, que se completam e ajudam a aprimorar o profissional.

CB – Você sabe que eu estive no Japão e adorei? Um povo maravilhoso, um país que foi tirado de uma fábula, minha sensação. Você sempre cita a Terra do Sol Nascente, quando lembra do seu período como repórter internacional. Então, vamos a pergunta: como um carioca da Barra se virou em Tóquio?

MG – Foram cinco anos muito ricos, cresci muito como profissional e como pessoa. Talvez as minhas melhores reportagens tenham sido feitas lá. A cultura japonesa é completamente diferente da nossa e para quem está longe, pode parecer difícil se adaptar, mas é só chegar ao Japão e perceber como é fácil viver em um país onde tudo funciona. Onde há segurança na rua, respeito nas relações pessoais e comerciais. 

CB – Quais são seus projetos profissionais e pessoais?

MG – Tenho muita vontade de fazer o “Prime Time” crescer, ter uma equipe maior, poder abraçar mais temas e seguir fazendo coberturas especiais. Poder viajar, ancorar o jornal em outros locais, onde a notícia nos chamar. Fazer da marca CNN Brasil uma representante digna e à altura da matriz americana, que não conhece barreiras ou fronteiras para levar informação ao público. Já começamos esse trabalho e pode ter certeza que virá muito mais pela frente. 

CB – O trabalho de um jornalista é muito desgastante, cansativo, principalmente quem trabalha em Hard News. Eu passei por isso bons anos. Como você faz para manter mente sã e corpo são?

MG – Quando se trabalha com o que se gosta, a gente não sente muito cansaço, não… mas é claro que procuro me desligar quando posso. Mantenho uma rotina de fazer esporte todos os dias. Tento estar ao máximo com a minha família, com os amigos. A pandemia ainda é um obstáculo, sinto muita falta de bater papo, sair… mas isso vai voltar.  

CB – Márcio, agora a pergunta tradicional da Coluna. Quando o Márcio está “Por Trás da Tela”, o que gosta de fazer?

MG – Adoro viajar! Conhecer lugares novos, culturas diferentes. E, se faço isso com minha família, fica ainda melhor. 

CB – Muito obrigado, Márcio. Te espero mais vezes aqui na Coluna!!!

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