Na Band, Tony Ramos desaba em lágrimas ao relembrar Tarcísio Meira: “Ajudava colegas de profissão anonimamente”

Ator veterano concedeu entrevista a José Luiz Datena nesta quinta-feira (12)

Publicado em 12/8/2021
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Na edição desta quinta-feira (12) do Brasil Urgente, José Luiz Datena fez uma entrevista ao vivo com o ator Tony Ramos. Apresentador e ator prestaram tributo a Tarcísio Meira, que nos deixou no dia de hoje após complicações da Covid-19.

Muito emocionado, Tony recordou o dia em que chegou à Globo e conheceu Tarcísio, quando foram escalados para trabalharem juntos numa mesma novela, pela primeira vez, no ano de 1977. Espelho Mágico era o nome da novela, de autoria de Lauro César Muniz.

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Entre outros assuntos, Tony Ramos ainda revelou que Tarcísio era um grande homem, e que ele ajudava anonimamente seus colegas de profissão.

Faltam adjetivos pra qualificar essa trajetória. Tenho pra mim, que ele está tão presente ainda. Foi uma amizade com um casal de 45, quase 46 anos, é muito tempo, além dos trabalhos que fizemos juntos, há essa convivência natural nossa, nos visitamos, jantávamos com amigos em comum, evidentemente há uma historia por de trás da nossa atividade profissional.

Sempre tivemos muito respeito um pelo outro, quando eu fui para a TV Globo, vindo da TV Tupi, eu fui, e chego lá, nunca mais vou me esquecer disso, ele me recebendo, Glória [Menezes] também e outros companheiros que também tinham saídos da TV Tupi.

Me lembro deste dia como se fosse agora, que era para a primeira leitura de uma novela chamada Espelho Mágico, de Lauro César Muniz. Explicando para o público: a leitura é sempre dos primeiros dois blocos de capítulos, cada bloco tem em média 40 páginas, 12 fazem 480, e a gente senta e começa a ler… passa uma semana lendo, conversando, estudando.

Ele [Tarcísio] com a maior boa vontade, de repente eu saio dali dessas primeiras leituras e começamos a gravar, e um dia ele pergunta: ‘Tonico, como você está, meu filho?’. Ele começou a me chamar como se fosse meu amigo de infância.

Então, conhecendo um Tarcísio, um homem simples, um homem íntegro, e a coisa que mais me chama a atenção é que ele sempre foi um lord na vida de muitos profissionais. Ele era um homem muito discreto. A discrição de uma profissão tão exposta à curiosidade pública como é a nossa.

E ele sempre foi muito discreto, muito prestativo, ajudava anonimamente, eu sei quantos, não interessa nomes aqui e muito menos eu diria, mas quantos que ele ajudou, ele e Glória, assim, anonimamente, a preocupação dele com colegas de profissão, a preocupação dele agora com a pandemia, até um mês e meio atrás conversamos sobre isso, os projetos teatrais e etc. Esse homem, porque a obra dele está presente.”

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