De volta ao humor, Giovanna Antonelli já encarou outras personagens ‘farofa’ nas novelas

Publicado em 22/11/2021 21:34
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Giovanna Antonelli está de volta às novelas após três anos de Segundo Sol, seu último trabalho na televisão até então. Em Quanto Mais Vida, Melhor!, escrita por Mauro Wilson, ela será Paula, moradora da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, ela é uma empresária dona da Terrare Cosmétiscos, que depois de ganhar da própria Morte (A Maia) uma segunda chance de viver, após passar por um acidente aéreo, retorna cheia de disposição para resolver tudo o que a deixa infeliz.

Uma grande empresária. Competente. Rápida e inteligente. Cheia de autoestima e alto astral. Egocêntrica. Só pensa nela. Mandona e, ao mesmo tempo, divertidíssima. Ao longo da novela, também vai revelar outras facetas, porque ninguém é uma coisa só. A mesma Paula, dona de si, também é capaz de fazer as maiores loucuras por amor“, assim a atriz define sua personagem.

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O público verá uma Giovanna Antonelli ‘quase’ diferente. Aos 45 anos, ela faz na TV, pela terceira vez vez, uma personagem essencialmente engraçada ou “farofeira”, daquelas que reúnem elementos que transitam com facilidade pelos mais diversos tipos de sentimentos e causam alegria, tristeza, compaixão, raiva e outras reações no espectador.

Antonelli do drama ao humor

Foi ao lado de Cláudia Abreu e Carolina Dieckmann, em Três Irmãs (2008), trama de Antonio Calmon, que ela viveu sua primeira personagem com todas essas caracteristicas. Alma era uma ginecologista cuja vida amorosa era um verdadeiro desastre: sete relacionamentos e sete fracassos.

Alma era uma personagem super atrapalhada e que dirigia mal o seu Fusquinha. Ela deixa uma vida badalada no Rio para viver com a família em Caramirim (cidade onde se passa a trama).

Atena, sua personagem em A Regra do Jogo (2015), de João Emanuel Carneiro, era uma sobrevivente de um passado miserável. Ao longo da história ela se tornou uma estelionatária após ter se iniciado neste “ofício” clonando cartões de crédito e falsificando assinaturas.

Porém, ela era uma criminosa crível, humana e sem papas na língua. Mesmo com o lado bandido, Atena tinha o “chip da alegria”. A atriz teve uma linha condutora bem ampla de possibilidades, que podia ir para o humor nas cenas emocionantes ou tornar cenas cotidianas em pura emoção.

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