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No passado

Carlos Alberto de Nóbrega acusa Regina Casé de preconceito com ‘A Praça’: “Não quis fazer”

Apresentador do SBT relatou resistência da classe artística da Globo em passagem pela emissora

Publicado em 28/12/2021
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O apresentador e humorista Carlos Aberto de Nóbrega afirma ter sofrido preconceito de alguns artistas da TV Globo em sua passagem pela emissora, em 1977, com A Praça da Alegria. Naquela época, como forma de homenagear Manuel de Nóbrega, que havia falecido um ano antes, o programa voltou a ocupar espaço na grade, mas Carlos Alberto enfrentou algumas resistências nos bastidores, incluindo da atriz Regina Casé, que teria se recusado a fazer uma participação no programa.

Em relato ao canal Inteligência Ltda, no YouTube, o apresentador ainda disse que a Globo “não engolia ‘A Praça’ por ser um programa popular”, e eles queriam algo mais elitista mesmo que o ibope fosse alto. “Assim que puderam, eles tiraram o programa. Ficou um ano e pouco no ar”, relembrou.

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Questionado sobre o decreto do fim do programa na emissora carioca, Carlos Alberto atribuiu a situação ao preconceito. “Era preconceito, preconceito de colegas de novela falando: ‘Eu não vou fazer’. Tinha uma novela chamada Espelho [Mágico], que o Lima Duarte fazia um palhaço fracassado e a Regina Casé era filha que estava em ascensão.

No último capitulo da novela eu tinha que entrar e houve uma pressão e ela disse: ‘Não vou entrar’. O Lima Duarte entrou e ela não queria entrar para fazer. Até hoje eu não sei por quê. Eu era amicíssimo do pai dela. Uma vez eu fiz um comentário quando eu já estava fazendo ‘A Praça’ aqui em São Paulo e eu ganhava do programa dela, e ela disse: ‘Bom, se eu for perder… chato é perder para a A Praça’.

Eu nunca falei nada porque eu quero que ela seja feliz. Nada contra ela, pelo contrário – tremenda de uma atriz, eu era muito amigo do pai dela [o escritor Geralda Casé], mas tinha preconceito. É o mesmo preconceito de hoje“, explicou Carlos Alberto de Nóbrega, que após o fim d’A Praça da Alegria migrou para fazer Os Trapalhões.

Observação: em pesquisa, a coluna descobriu que Regina Casé, no ano que A Praça da Alegria estreou na Globo, ainda não tinha feito nenhuma novela, mas era destaque na mídia por trabalhos no cinema e no teatro.

Veja o momento a partir de 1:55:55 minutos:

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