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Nova mulher

Pantanal: Isabel Teixeira dá detalhes do primeiro beijo de Bruaca com Alcides: “Deslumbrada”

As cenas estão previstas para irem ao ar a partir dessa sexta-feira, dia 20 de maio

Publicado em 20/05/2022
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Maria Bruaca (Isabel Teixeira) finalmente descobriu sobre a segunda família de Tenório (Murilo Benício), em Pantanal. A revelação traz à personagem um sofrimento enorme, mas junto com ele muita força para que ela possa mergulhar em uma viagem de autoconhecimento como nunca viveu antes.

Maria, que já iniciou sua mudança de postura em relação ao marido, passa a investir ainda mais na atração física que sente por Alcides (Juliano Cazarré). Ele, que inicialmente não ligava para as investidas, já a admira e demonstra interesse por ela, mas mantém o respeito, por se tratar de uma mulher comprometida, e ainda por cima ser esposa de seu patrão. Mas em cenas que vão ao ar a partir desta sexta-feira, dia 20 de maio, Maria ultrapassa essa barreira invisível e rouba um beijo do funcionário.

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Essa cena da primeira saída de casa dela, estava num barco, no meio do rio e foi olhando deslumbrada a paisagem à sua volta. Da mesma forma, eu nunca tinha ido ao Pantanal. Então entendi que tudo que ela via, eu estava vendo também, pela primeira vez”, comenta Isabel.

Alcides (Juliano Cazarré) e Maria Bruaca (Isabel Teixeira) de Pantanal

A seguir, confira um papo com a atriz que está encantando os brasileiros com a sua atuação:

Como é a experiência de gravar no Pantanal?

Maria Bruaca é uma personagem que começa muito dentro de casa e depois vai se libertando. Após as duas primeiras semanas que passei no Pantanal, ano passado, já me vi totalmente transformada. Eu já vi paisagens fortes, bonitas assim, mas nunca tão fortes, impactantes. Minha primeira cena gravada foi no Rio Negro. Não me imagino gravando a novela em estúdio sem ter conhecido esse horizonte antes, porque a Maria Bruaca é uma personagem que vive em uma fazenda sozinha, e isso é muito significativo. Há uma solidão aí. Tem um silêncio, tem um olhar para a natureza. Logo que cheguei, vi isso no Pantanal e foi muito intenso, porque gravar neste ambiente é muito intenso.

Quando foi convidada, já conhecia a personagem Maria Bruaca?

Já. Acompanhei a novela em 1990, na TV Manchete. Foi muito impactante. Quando acompanhei, eu estava terminando o ginásio, acho. E para gravar a novela, eu revi. Quando eu soube que ia fazer, eu revi, e foi muito bom. Assistia por horas, um capítulo atrás do outro. E assistir tudo de uma vez foi bom porque vi a novela se transformar e tive insights muito legais. Você percebe o momento em que a equipe e elenco entendem que estão fazendo uma obra-prima e a trama vai ganhando ainda mais força. Tudo ganha um brilho e os atores vão ganhando uma alegria. Um outro insight foi observando Maria Bruaca e a relação dela com Alcides. Uma novela é escrita por um autor. Mas a trajetória da Maria Bruaca também foi escrita por Ângela Leal, quem fez a personagem pela primeira vez. Eles foram caminhando juntos, então, eu, particularmente, considero que a Ângela Leal é uma autora da Maria Bruaca também e, indo além, eu pensei que o público vai respondendo à novela. Então, o público também é escritor da novela. É uma obra aberta, e eu acho isso muito bonito, muito democrático. E a riqueza dessa personagem é uma loucura. Teve um capítulo que enquanto eu lia, sentei no chão e chorei, sabe? Foi uma mistura de gratidão por interpretar uma personagem como ela e admiração por sua força e beleza.

Se você tivesse que contar para alguém quem é Maria Bruaca, naquele primeiro momento, como seria?

É uma mulher que está aprisionada em um casamento e vai percebendo essa prisão. Casou muito jovem, se apaixonou, fez uma vida com ele, uma pessoa de quem gostava de fato. Mas não percebia o quão aprisionada estava. E aí vamos vendo viradas da personagem nas quais ela vai se conhecendo melhor, enxergando melhor. Parece que ela vai abrindo a visão e vai conhecendo outras sensações. Ser uma mulher de 50 anos, e eu sei que porque farei em breve, é um renascimento, uma redescoberta de tudo. Do sexo, do amor, da liberdade, da paixão, da alegria de viver, do aqui e do agora. Então tem muito isso, da Maria Bruaca se enxergar, ver o que lugar onde está. Metaforicamente e na prática, ela vai saindo de casa, vendo a paisagem à sua volta. Essa cena que vai ao ar hoje à noite, da primeira saída de casa dela, estava num barco, no meio do rio e foi olhando deslumbrada a paisagem à sua volta. Da mesma forma, eu nunca tinha ido ao Pantanal. Então entendi que tudo que ela via, eu estava vendo também, pela primeira vez.

Maria Bruaca (Isabel Teixeira) de Pantanal

Qual a importância que você acha que tem uma personagem como Maria Bruaca?

A Maria Bruaca nos propõe revermos tudo o que conhecemos. Ela faz você se questionar: isso é bom pra mim? Tem uma autora que eu adoro que diz que temos que aprender a dançar sobre as ruínas. A trajetória da Maria Bruaca tem essa nova maneira de olhar, levanta muitos questionamentos, com tristeza, mas também com muita alegria. O que é essa trajetória do herói? É ver sua sombra e a sua luz. Acho que é o que acontece com ela. 

Maria Bruaca (Isabel Teixeira) de Pantanal

Você acha que ela vai inspirar outras mulheres?

Tenho certeza. Principalmente nessa alegria de viver e de se descobrir. E acho que ela vai inspirar também pelas falhas, porque ela não é um exemplo pronto e único. Acho que as pessoas vão visitar as dúvidas, vão ver as falhas de percurso e vão vê-la enfrentando suas próprias sombras. Eu acho Maria Bruaca muito corajosa uma mulher que fala “Até aqui, não estava bom. Vou tentar ver por outro caminho”. Tem coragem de cair e levantar. Então, sim, acho que vai ter uma empatia grande do público. Não só para mulheres da minha faixa etária, sabe? Todos nós estamos renascendo o tempo inteiro.

Maria (Isabel Teixeira), Tenório (Murilo Benício), Guta (Julia Dalavia) e Zefa (Paula Barbosa) de Pantanal

Pantanal é escrita por Bruno Luperi, baseada na novela original escrita por Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Rogério Gomes, direção de Walter Carvalho, Davi Alves, Beta Richard e Noa Bressane. A produção é de Luciana Monteiro e Andrea Kelly, e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.

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