“Óbvio que eu torço para esse casal”, diz Bruno Ferrari sobre a relação entre Kyra e Rafael

O último capítulo da trama de Daniel Ortiz será exibido no próximo dia 16 de julho

Publicado em 1/7/2021
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A novela de Daniel Ortiz entra em sua reta final. E para não perder o costume, a coluna revela o desfecho de Rafael (Bruno Ferrari) na trama das sete da Globo. Já os finais de Alexia (Deborah Secco), Luna (Juliana Paiva) e Kyra (Vitória Strada) você descobre clicando aqui.

Após Kyra confessar ao noivo de que está apaixonada por outro homem, o dono da Labrador se envolverá com Júlia (Sophia Abrahão), sobrinha de Hugo (Leopoldo Pacheco) que entra no folhetim das sete a partir dessa semana. Já Renatinha (Juliana Alves) e Catatau (Bernardo de Assis) formarão um novo casal

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Questionado sobre o final de seu personagem no folhetim global, Bruno tenta despistar sobre o desfecho já gravado. “Rafael é louco por ela (Kyra). Já ouvi pessoas que dizem: ‘como ele acreditou naquele encontro espiritual e nas invenções da Alexia?’ Quando você está apaixonado ou sofre alguma perda trágica, no caso o Rafael, ele viveu essas duas situações, você quer acreditar em qualquer coisa que dê um alívio a sua dor. Por mais absurda que seja a história criada pela Alexia/Josimara, Rafael tenta se apegar a isso para continuar ‘sentindo’ a presença da noiva. Então, óbvio que eu torço para esse casal. Rafael merece, mas teremos que aguardar até o final da novela para saber o que o autor decidiu”, pontua Bruno Ferrari.

Após o reencontro, Rafael não esconde a surpresa ao constatar que a ex-noiva está vivíssima. Emocionados, Rafael e Kyra se beijam no meio da chuva assim como aconteceu quando ele a pediu em noivado durante um temporal em São Paulo no início da trama (Divulgação/Globo)

Sophia Abrahão relembra a maior dificuldade em contracenar durante a pandemia. “No início, foi tenso (risos). Algo bem diferente. Por exemplo, ensaiar de máscara é difícil demais para quem trabalha com atuação. A parte de preparação antes da cena (cabelo, maquiagem, figurino) era feita por nós mesmos. Cada um no seu camarim, com o seu próprio kit de maquiagem. Cabelo e figurino também ficavam por nossa conta. Foi tudo bem diferente em função dos protocolos, mas nos adaptamos rapidamente e deu tudo certo”, pondera.

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