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Com ajuda de personagem inesperado, Leonel forjou a própria morte e se deu mal em Amor Perfeito: “Monstro!”

Pai de Marê (Camila Queiroz) foi salvo por ex-amante no folhetim de Duca Rachid

Publicado em 12/04/2023

Em cenas que estão previstas para irem ao ar em breve em Amor Perfeito, Gilda (Mariana Ximenes) cairá para trás ao descobrir que Leonel (Paulo Gorgulho) forjou a própria morte com a ajuda de uma ex-amante. A tal descoberta deixará a megera em estado de choque.

“Gilda faz uma nova visita surpresa aos Padres – sob pretexto de organizar a solenidade pública em que eles receberão, das mãos dela, a escritura do terreno onde está a Irmandade São Jacinto dos Clérigos. É então que descobre que Leonel está vivo. Gilda sente-se muito ameaçada. Mas é obrigada a afetar grande emoção e felicidade com a volta do marido, ‘lamentando’ que ele não se lembre quem tentou matá-lo”, descreve Duca Rachid em seu texto.

Marê em pânico 

Durante esse meio tempo, Marê (Camila Queiroz) ficará devastada ao descobrir que encontraram a ossada de seu bebê.

Marê (Camila Queiroz) em Amor Perfeito
Marê (Camila Queiroz) em Amor Perfeito

“No início das obras de construção de uma estrada de ferro nos arredores de São Jacinto, os operários descobrem a ossada de um recém-nascido, enterrado em cova rasa, no sopé de uma montanha. Marê e Orlando acabam convencidos de que a ossada pertenceu ao filho recém-nascido, porque junto dela está a medalhinha que pertenceu à Maria Eugênia, e que ela teria colocado no pescocinho da criança, antes de entregá-la a Nadir”, pontua a dramaturga em seu roteiro.

Mistério resolvido

Vale salientar que Marcelino (Levi Asaf) é filho de Marê e Orlando (Diogo Almeida). Já a ossada encontrada nos arredores de São Jacinto pertence ao herdeiro de Sônia (Bárbara Sut) que nasceu morto.

Marê (Camila Queiroz), Orlando (Diogo Almeida) e Marcelino (Levi Asaf) em Amor Perfeito
Marê (Camila Queiroz), Orlando (Diogo Almeida) e Marcelino (Levi Asaf) em Amor Perfeito

Amor Perfeito é criada e escrita por Duca Rachid e Júlio Fischer com direção artística de André Câmara. A obra é escrita com Elísio Lopes Jr, com a colaboração de Dora Castellar, Duba Elia e Mariani Ferreira. A direção é de Alexandre Macedo, Lúcio Tavares, Joana Antonaccio e Larissa Fernandes. A produção é de Isabel Ribeiro e a direção de gênero de José Luiz Villamarim. 

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