Alejandro decide selar a paz com Téo: “A gente não se odeia. Pelo contrário, ele é um cara bacana”

O último capítulo da trama de Daniel Ortiz será exibido no próximo dia 16 de julho

Publicado em 15/7/2021
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Na próxima sexta-feira, dia 16 de julho, será exibido o último capítulo de Salve-se Quem Puder. E para não perder o costume, a coluna releva os desfechos de Luna e Alejandro na trama de Daniel Ortiz.

Após se afastar de Téo (Felipe Simas), Luna se envolverá com Alejandro (Rodrigo Simas), sua paixão do passado. Mas o romance dos dois durará pouco. Já que a mexicana perceberá que gosta verdadeiramente do enteado de sua mãe. 

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Mas antes disso, Alejandro revelará a Luna que ele não odeia o diretor. “Eu e o Téo, a gente não se odeia, Luna. Pelo contrário, ele é um cara bacana. A gente conversou pra armar o casamento surpresa da sua mãe. Yo te amo. Con toda mi alma”, dirá o rapaz que se envolverá com Bel (Dandara Mariana). Pois a filha de Helena decidirá ser feliz com Téo.

Mais uma parceria com Juliana Paiva 

Rodrigo comemora o fato de seu par romântico ser Juliana Paiva. “O fato do Alejandro e da Luna terem sido criado juntos e o fato de eu e da Ju já termos trabalhado juntos fez a gente ter uma memória afetiva de outros trabalhos e de vida. Então isso faz com que eu e ela, Luna e Alejandro, tivessem uma intimidade do passado que faz toda a diferença para história”, celebra Simas.  

Luna (Juliana Paiva) e Alejandro (Rodrigo Simas) de Salve-se Quem Puder (Divulgação/Globo)

Alejandro foi criado para tentar suprir a ausência de Juan, personagem de José Condessa que desistiu de participar da segunda temporada de Salve-se Quem Puder. Na época, o português negou ter abandonado o projeto brasileiro para participar de uma novela portuguesa que estava em pré-produção. 

Rodrigo recorda que a maior dificuldade em interpretar o cantor foi devido aos protocolos de segurança ocasionado pelo avança da pandemia no País. Já que o beijo entre os personagens foram realizados sem contato físico. “É bem esquisito, confesso. Eu acho que na nossa profissão tem um lugar social de troca, de conversa, de bastidor, sobre a cena, sobre a vida e acrescenta muito na nossa profissão e também em cena, faz toda a diferença essa cumplicidade que a gente cria fora. Eu confesso que uma das coisas mais estranhas foi dar beijo no acrílico. A Ju já tava acostumada, ela já tinha feito algumas cenas com o Felipe. O primeiro dia que eu fui fazer eu fiquei muito estressado, porque não depende nada da gente, é o posicionamento do acrílico, é o olho que só precisa pegar o olho para encaixar o beijo e aí me dava ataque de riso. Foi bem doido, bem difícil”, conclui Rodrigo.

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