O Casos de Família é armado? Veja como são escolhidos os participantes

Christina Rocha está no comando da atração do SBT há 12 anos

Publicado em 21/09/2021 23:18
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O Casos de Família é um dos programas mais polêmicos da TV, estreou no SBT em 2004 sendo comandado por Regina Volpato, que através do programa se popularizou na TV, na época era uma atração mais elegante e sútil, a partir de 2009 Christina Rocha assume e torna-se extremamente popular, virando quase que um programa de humor de tão bizarro.

Um dos maiores mistérios da TV brasileira é sobre os bastidores do programa, já que circulam teorias de que tudo por lá seria encenado, sendo uma grande armação, mas a partir de agora contamos como tudo funciona, como acontece a seleção dos participantes e desvendamos o mistério, afinal, o Casos de Família é armado?

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O programa não é uma armação, a produção cria os temas, a partir daí produtores externos que trabalham para o programa saem em busca de histórias relacionadas com cada tema, a busca por participantes acontece em São Paulo e regiões metropolitanas da capital paulista. A partir do momento que os produtores externos encontram essas histórias, avisam a produção da atração, que encaminham um estagiário até a casa do futuro participante para checar se rendem como um caso e se realmente todas as informações são verdadeiras, caso percebam que não é verdade, imediatamente é impedido de participar.

Se for pré-aprovado, é marcado uma data para ir até a emissora, lá é feito uma espécie de triagem, uma psicóloga do Casos de Família faz uma espécie de entrevista com todos os envolvidos na história, a profissional houve cada pessoa separadamente, justamente para descobrir se as pessoas em questão não estão mentindo, enquanto faz a entrevista com os participantes, um redator houve tudo e vai escrevendo as informações para que depois seja colocado na ficha da apresentadora, para que possa fazer a condução do programa.

Muitos participantes aparecem no Casos de Família e depois participam de programas semelhantes em emissoras concorrentes, o que de fato acontece é que pessoas forjam as histórias, conseguem enganar a produção do Casos de Família, já que fazem uma análise não tão profunda da vida do participante e muitas vezes não conseguem descobrir que a pessoa está mentindo, caso descubra durante o processo de seleção não deixa a pessoa participar.

Assim, não é o programa que forjam as histórias, mas sim as pessoas, que para poder receber o cachê acabam mentindo e enganando a produção. Muitas vezes os produtores externos trabalham para mais de uma emissora, já que não são contratados de nenhum canal, apenas recebem um cachê por cada caso encontrado.

O cachê pago para cada participante gira em torno de 120 reais, a emissora alega que esse valor é justamente pelo dia de serviço que a pessoa acaba perdendo. No dia da gravação, como é comum em todo programa de TV, assinam uma autorização de imagem e um termo afirmando que todas as informações da história são verdadeiras.

A própria Christina Rocha desafiou qualquer jornalista que afirma que o programa não é real, em entrevistas disse que o jornalista que duvida da veracidade do programa, pode ir até a emissora e permanecer na produção por uma semana, acompanhando como é o processo de produção do programa, ou seja, tudo por lá é transparente.

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