O Clone consegue melhor início de novela da história do Viva no Ibope e supera Band e RedeTV!

Publicado há 7 meses
Por Gabriel Vaquer
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Exibida desde dezembro do ano passado pelo canal Viva, que reprisa antigas atrações da Globo na TV paga, a reprise da novela O Clone está conseguindo grandes feitos. A trama de Glória Perez, produzida em 2001, conseguiu o maior Ibope de um início de novela na história da emissora, que completa 10 anos em 2020. Sua exibição diária também marca mais números que Band e RedeTV!.

Segundo dados obtidos em primeira-mão pelo Observatório da TV, os primeiros 50 capítulos do folhetim marcaram média de 2,3 pontos de Ibope na Grande São Paulo, contando todos os públicos. Além de liderar entre os canais de TV por assinatura, O Clone vence em seu horário das 23h a Band e a RedeTV!, ficando atrás apenas de Globo, Record TV e SBT.

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O índice também é o melhor resultado de um início de novela no canal pago. O antigo recorde era da antecessora neste horário, O Cravo e a Rosa, que marcou 2.1 pontos. O resultado de O Clone inflou a audiência do Viva, que fechou dezembro como um dos três canais de TV por assinatura mais vistos do Brasil.

A história de O Clone

O Clone tem início na década de 1980, quando Lucas conhece Jade no Marrocos. Filha de muçulmanos nascida e criada no Brasil, Jade foi viver com o tio após a morte da mãe, Sálua (Walderez de Barros). Os dois jovens se apaixonam à primeira vista, mas são impedidos de ficar juntos por causa dos costumes muçulmanos 

Lucas tem um irmão gêmeo, Diogo (Murilo Benício), cuja semelhança com ele se resume à aparência física. Diferentemente do introspectivo Lucas, Diogo é o típico rapaz namorador, alegre e brincalhão, considerado o mais indicado para suceder o pai, Leônidas (Reginaldo Faria), em seus negócios.

Diogo acaba morrendo em uma tragédia, mas abalado pela morte do afilhado, o cientista Albieri (Juca de Oliveira) decide clonar o outro gêmeo, Lucas, como forma de trazer Diogo de volta e realizar um sonho: ser o primeiro a realizar a clonagem de um ser humano. Sem que ninguém tome conhecimento da experiência, Albieri usa as células de Lucas na formação do embrião e o insere em Deusa (Adriana Lessa), que pensa estar fazendo uma inseminação artificial comum.

Quando exibida em 2001, a novela fechou com 47 pontos de média e virou um dos maiores sucessos do horário no século 21 para a Globo. Também foi reprisada em 2011 pela própria emissora, na sessão Vale a Pena Ver de Novo, e conseguiu altos índices também. Na ocasião, a primeira reprise da trama obteve 17 pontos de média.

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